Artigo Anais do X ENALIC e o IX Seminário Nacional do PIBID

ANAIS de Evento

ISSN: 2526-3234

FONTES HISTÓRICAS E VIVÊNCIAS ESCOLARES: POSSIBILIDADES PEDAGÓGICAS NO ENSINO DE HISTÓRIA

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Publicado em 02 de fevereiro de 2026

Resumo

O presente trabalho tem como objetivo refletir sobre as possibilidades pedagógicas do ensino de História a partir das vivências e experiências dos alunos da educação básica. Partindo da unidade temática “fontes históricas”, busca-se despertar nos estudantes uma compreensão crítica sobre os conceitos de História e memória, valorizando seus repertórios pessoais como dispositivos de aprendizagem significativa. Desenvolvido com turmas do 6º ano da Escola Municipal de Ensino Fundamental Maria de Nazaré, em Arapiraca/AL, no âmbito do Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência, fundamenta-se na perspectiva do historiador como sujeito ativo e ético, cujo ofício se pauta na análise crítica das fontes. A metodologia incluiu observação participante das aulas, anotações de campo, registros reflexivos e o planejamento conjunto de uma sequência didática. Após o estudo conceitual sobre tipos e usos das fontes, os estudantes trouxeram objetos, fotografias, relatos orais ou documentos de valor histórico-familiar. Em grupos, analisaram esses materiais e elaboraram narrativas, respondendo a perguntas orientadoras que problematizaram os conteúdos. O processo foi conduzido com procedimentos de leitura crítica e reflexão coletiva, estimulando o exercício investigativo da escrita histórica. Os resultados evidenciaram que a abordagem promoveu engajamento com os conteúdos e favoreceu competências como observação, escuta sensível, análise de temporalidades e interpretação contextualizada. Os estudantes reconheceram o valor simbólico e afetivo das fontes, muitas vezes ligadas a memórias familiares e comunitárias, compreendendo que a História é construção plural baseada em vestígios, versões e interpretações que demandam crítica e responsabilidade. Perceberam também que a memória é campo de disputa e de legitimação de identidades, sobretudo em comunidades cujas experiências foram historicamente silenciadas. Conclui-se que o uso de fontes vinculadas às experiências concretas amplia as possibilidades de ensino-aprendizagem, aproxima o currículo das vivências cotidianas e fortalece a formação crítica, cidadã e plural dos estudantes.

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