Artigo Anais do X ENALIC e o IX Seminário Nacional do PIBID

ANAIS de Evento

ISSN: 2526-3234

ENSINO DE HISTÓRIA E METODOLOGIAS ATIVAS: RELATO DE EXPERIÊNCIA SOBRE A REVOLUÇÃO FRANCESA NO ENSINO MÉDIO

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Publicado em 02 de fevereiro de 2026

Resumo

O presente artigo apresenta uma sequência didática direcionada ao ensino da Revolução Francesa no Ensino Médio, fundamentada em metodologias ativas, refletidas a partir de Adriana Lessa; Cristiane Santos (2023) e Rafaela Barreto (2022), e na utilização de diferentes recursos didáticos para promover a construção do conhecimento histórico e o desenvolvimento crítico-reflexivo dos estudantes. A proposta foi implementada no âmbito do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (PIBID) de História, na Escola Estadual Zila Mamede (Natal/RN), considerando um diagnóstico inicial realizado na turma e suas demandas específicas observadas a partir disso, integrando no planejamento também a inclusão de um discente com Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH), em consonância com a compreensão do papel ampliado do educador defendida por Barreto (2022). A escolha pela Revolução Francesa justifica-se por sua relevância histórica e pelo potencial de estabelecer conexões com questões contemporâneas, como a luta por direitos e participação popular. O objetivo central foi promover a compreensão crítica do período, incentivando o engajamento, a autonomia e a empatia histórica. Estruturada em quatro aulas, a sequência contemplou atividades como elaboração de mapa mental, análise da história em quadrinhos A Revolução Francesa do autor André Diniz, leitura de um conto literário da autoria de um dos pibidianos, e a produção coletiva de um manifesto. Nesse sentido, as atividades articularam conteúdos históricos e debates atuais, favorecendo a análise de diferentes fontes e linguagens, a reflexão sobre a participação popular e o reconhecimento da luta feminina. O uso de estratégias diversificadas visou estimular o pensamento crítico e criativo, a argumentação e a capacidade de relacionar passado e presente.. Desta forma, a proposta contribuiu para o fortalecimento de competências analíticas, criativas e expressivas, para a ampliação do repertório sociocultural dos estudantes e para a formação de sujeitos críticos e conscientes de seu papel social.

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