Artigo Anais do X ENALIC e o IX Seminário Nacional do PIBID

ANAIS de Evento

ISSN: 2526-3234

PLURALIDADES E RESISTÊNCIAS: DESAFIOS E POSSIBILIDADES NO ENSINO DE BIOLOGIA NA PERSPECTIVA DE GÊNEROS E SEXUALIDADES

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Publicado em 02 de fevereiro de 2026

Resumo

Este trabalho apresenta relatos de experiências vivenciados pelos licenciandos em biologia durante os estágios supervisionados e no programa de iniciação à docência (PIBID) na abordagem de temas sobre gêneros e sexualidades, destacando os desafios e inseguranças na prática educativa. As experiências demonstram que, apesar do reconhecimento da importância dessas temáticas, ainda há resistência e dificuldades para criar ambientes de acolhimento, devido a preconceitos, inseguranças e questões socioculturais. Ao comparar os currículos dos anos de 2006 e 2018 do curso de Ciências Biológicas da Universidade Federal de Uberlândia (UFU), observamos que, apesar de ter tido uma evolução na inclusão dessas temáticas, passando de um enfoque genérico e optativo para uma abordagem obrigatória e transversal, sua inserção ainda é insuficiente para a formação dos licenciandos. Esses fatores indicam a necessidade de investir na formação crítica dos docentes, que se sentem inseguros em se posicionar sobre a temática frente as resistências e preconceitos presentes na escola. Ao fortalecer a confiança e capacidade de abordar questões relacionadas à diversidade no espaço escolar, o professor poderá promover junto aos estudantes a construção social das diferenças e desigualdades de gênero, sexualidade, étnico-raciais e de classe, conforme discutido por Louro e Butler. Dessa forma, a formação docente precisa ir além de uma abordagem superficial, incluindo conteúdos que dialoguem com a realidade dos estudantes, promovendo conscientização e respeito à diversidade como princípios de uma educação emancipadora. Ao incorporar uma pedagogia que estimule o pensamento crítico, refletindo sobre o papel do currículo e valorizando a diversidade, busca-se não apenas promover inclusão, mas também fortalecer a autonomia do professor e do estudante diante de imposições culturais que reforçam estruturas discriminatórias que violam corpos e sujeitos.

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