Artigo Anais do X ENALIC e o IX Seminário Nacional do PIBID

ANAIS de Evento

ISSN: 2526-3234

PRÁTICAS DE ENSINO DE GEOGRAFIA URBANA: DIÁLOGOS, MÚSICA E ESPAÇO VIVIDO

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Publicado em 02 de fevereiro de 2026

Resumo

No âmbito do PIBID, a experiência foi realizada no Centro de Excelência Professor João Costa, localizado no bairro Getúlio Vargas, na cidade de Aracaju, em Sergipe, com turmas de 3º ano do Ensino Médio (D e E). As aulas iniciaram com uma roda de conversa e debate sobre Geografia Urbana, abordando conceitos-chave e suas correlações com o cotidiano dos estudantes. O objetivo foi evidenciar que o conteúdo está diretamente relacionado às vivências, bairros e subjetividades dos discentes. O engajamento foi intenso: muitos disputaram o lugar de fala para relatar características e problemáticas de seus bairros, entraves urbanos, deslocamentos diários até a escola, bem como suas cidades de origem e os motivos do deslocamento para a região urbana, frequentemente associados a decisões familiares em busca de melhores condições de vida, oportunidades de trabalho ou acesso a serviços. Em seguida, exibiu-se o videoclipe A Cidade, de Chico Science & Nação Zumbi, como recurso para aprofundar as discussões. Após a exibição, os estudantes destacaram trechos da letra e cenas que evidenciavam desigualdades sociais, contradições, injustiças e impactos ambientais decorrentes de uma legislação urbana permissiva. Para sistematizar as ideias, construiu-se coletivamente uma nuvem de palavras no quadro, com “Urbanização” centralizada em destaque e conectada, por meio de setas, a termos-chave como “desigualdade”, “transporte”, “ocupação irregular” e “infraestrutura”. A atividade permitiu que os alunos reconhecessem o espaço urbano como um produto histórico e social, marcado por relações de poder, conflitos e resistências. Do ponto de vista teórico-metodológico, a prática dialogou com Vasconcellos (2000) e Freire (1996), e utilizou metodologias participativas, com ênfase na valorização das experiências e percepções dos estudantes. O resultado foi uma aprendizagem significativa, pautada no diálogo e na construção coletiva do conhecimento.

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