Artigo Anais do X ENALIC e o IX Seminário Nacional do PIBID

ANAIS de Evento

ISSN: 2526-3234

UNIFORMIZAÇÃO E IDENTIDADE NO ESPAÇO ESCOLAR EM GOIÁS: UMA ANÁLISE SOBRE NEUTRALIZAÇÃO DA REPRESENTATIVIDADE

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Publicado em 02 de fevereiro de 2026

Resumo

Este artigo, desenvolvido no âmbito do subprojeto PIBID (Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência) no curso de Ciências Sociais - Licenciatura da Universidade Federal de Goiás, tem como objetivo analisar criticamente o uso do uniforme escolar como ferramenta de neutralização de corpos, comportamentos e identidades no espaço escolar. A investigação parte da compreensão de que a escola, enquanto instituição social, contribui não apenas para a mediação de conhecimentos, mas também para a conformação de subjetividades e práticas sociais. A pesquisa foi realizada a partir de observações de campo e relatos etnográficos em duas escolas parceiras do subprojeto: uma situada próxima às margens da BR-153, no município de Aparecida de Goiânia, e outra localizada em uma região central da cidade de Goiânia. Também foi realizada análise documental dos regimentos escolares, buscando compreender as normativas que regulamentam o uso dos uniformes. As observações feitas revelam que, embora o uniforme seja defendido por parte da gestão escolar como uma estratégia que favorece a segurança, a disciplina e a neutralidade entre os(as) estudantes, muitos jovens o percebem como uma imposição que restringe suas expressões individuais e silencia suas representações culturais, sociais e de gênero. Em alguns casos, os próprios regimentos escolares ou resoluções das secretarias de educação formalizam tal obrigatoriedade, o que evidencia o uso da lei como instrumento de regulamentação e controle simbólico. Essa percepção evidencia que práticas institucionais aparentemente neutras produzem efeitos concretos sobre a construção da identidade dos sujeitos, influenciando na forma como os(as) estudantes se reconhecem e se sentem representados no espaço escolar. Por fim, o estudo identifica formas de resistência simbólica criadas pelos próprios estudantes, que ressignificam o uniforme e afirmam sua diversidade. Refletir sobre a uniformização no contexto da escola pública requer considerar os marcadores sociais da diferença e promover uma educação crítica, democrática e inclusiva.

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