Artigo Anais do X ENALIC e o IX Seminário Nacional do PIBID

ANAIS de Evento

ISSN: 2526-3234

APROXIMAÇÕES DAS PRÁTICAS DE AVENTURAS E EDUCAÇÃO FÍSICA: ANÁLISE DE UMA EXPERIÊNCIA EM ESCOLA PÚBLICA

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Publicado em 02 de fevereiro de 2026

Resumo

Este relato de experiência tem como objetivo apresentar e analisar as implicações de uma sequência didática sobre Práticas Corporais de Aventura desenvolvida no âmbito do Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID), nas aulas de Educação Física com turmas de 6º e 7º anos do Ensino Fundamental de uma escola pública localizada em Volta Redonda/RJ. As Práticas Corporais de Aventura (PCAs) vêm ganhando espaço nas discussões acadêmicas e curriculares brasileiras, especialmente após a sua inclusão no campo educacional explícita na Base Nacional Comum Curricular. Apesar desse potencial, a literatura acadêmica indica que a presença efetiva dessas práticas no contexto escolar ainda é reduzida. Entre os fatores que explicam essa limitação estão a insuficiência de formação inicial e continuada para o trabalho com PCAs, a falta de materiais didáticos adaptados à realidade das escolas e a ausência de protocolos claros de segurança. Essa lacuna formativa contribui para a manutenção de um currículo restrito a modalidades tradicionais, restringindo a diversificação de experiências corporais oferecidas aos alunos. Trata-se de um estudo descritivo-interpretativo, foi construída de forma coletiva uma sequência didática constituída de oito encontros. Os dados foram produzidos por meio de observações, apreensões das narrativas e registros no diário de campo. Os resultados indicam engajamento dos estudantes, ampliação do repertório motor e indícios de desenvolvimento de competências socioemocionais, como cooperação, autocuidado e responsabilidade. Também emergiram questões de gênero, especialmente na vivência do parkour, e reflexões sobre impactos ambientais durante o trekking. Conclui-se que as práticas corporais de aventura apresentam viabilidade pedagógica na Educação Física escolar quando planejadas com intencionalidade e acompanhadas de estratégias de gestão de risco, exigindo, contudo, formação docente específica e uso de materiais simples. Recomenda-se o aprofundamento de estudos com delineamentos analíticos e detalhamento ético.

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