Artigo Anais do X ENALIC e o IX Seminário Nacional do PIBID

ANAIS de Evento

ISSN: 2526-3234

A ESCRITA DA MEMÓRIA EDUCATIVA COMO ESPAÇO DE FORMAÇÃO DOCENTE: O SABER INCONSCIENTE QUE NÃO SE SABE, MAS QUE SE DÁ A CONHECER

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Publicado em 02 de fevereiro de 2026

Resumo

Este trabalho investiga a constituição da subjetividade docente por meio de memórias educativas de professores que atuam em escolas públicas do Distrito Federal, destacando a possível relevância desse processo para a formação docente. A coleta de dados foi realizada por meio de um questionário on-line, elaborado com base no espiral de escrita da Memória Educativa atravessada pela Psicanálise (Almeida, 2012; Bittencourt et al., 2021), contendo perguntas norteadoras que envolveram desde primeiras experiências escolares até a escolha da profissão docente e a atuação no papel de professor. Participaram três docentes, identificados por pseudônimos: Ana, Abaporu e Éder. O processo de escrita de si pode provocar o comparecimento de saberes conscientes, mas também inconscientes, ou seja, um saber que não se sabe, mas que se dá a conhecer (Lazzarini, 2011). Nesse contexto, a escrita da Memória Educativa pode ser um dispositivo potente para a formação de professores, pois permite relembrar experiências significativas que influenciam práticas pedagógicas, valores e modos de se relacionar com os estudantes. A professora Ana compartilhou vivências da ausência de acolhimento escolar, revelando um modelo tradicional que ignorava singularidades discentes. A professora Abaporu apontou seu envolvimento afetivo com os alunos, refletindo uma postura docente implicada no cuidado e no respeito às diferenças dos educandos. O professor Éder contou que sua escolha pela docência foi inspirada por professores marcantes, demonstrando o papel do vínculo afetivo na motivação profissional. Os resultados indicaram que revisitar e refletir sobre essas memórias pode ampliar a compreensão do papel docente, fortalecer a identidade profissional e favorecer uma prática mais sensível às complexidades dos sujeitos. Consideramos que a escrita da Memória Educativa, ao articular passado e presente, pode constituir um recurso formativo alternativo para os professores, capaz de promover um (re)olhar nas suas trajetórias, levando-os a um maior entendimento sobre a posição que ocupam.

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