Artigo Anais do X ENALIC e o IX Seminário Nacional do PIBID

ANAIS de Evento

ISSN: 2526-3234

INTEGRANDO O ESTUDO DAS PANC’S AO ENSINO DE CIÊNCIAS DA NATUREZA NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS.

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Publicado em 02 de fevereiro de 2026

Resumo

Integrar o estudo das plantas alimentícias não convencionais (PANC´s) ao Ensino de Ciências da Natureza em turmas da Educação de Jovens e Adultos (EJA) é o objetivo deste trabalho. As PANC´s são espécies vegetais comestíveis, de elevado valor nutricional, geralmente nativas e adaptadas ao local, resistentes às pragas e pouco exigentes aos insumos químicos. No entanto, são negligenciadas, desconhecidas e tratadas como “ervas daninhas” ou “mato”. Isso leva à perda de saberes ancestrais. Foram envolvidos 20 estudantes, entre 18 e 80 anos, do Curso Técnico de Logística, na modalidade EJA, de uma escola pública estadual sediada no Recôncavo da Bahia. Adotou-se questionário semiestruturado com perguntas abertas e fechadas, destinadas a colher informações sobre as PANCs conhecidas, sua comercialização e usos eventuais. Literatura especializada complementar ajudou na identificação taxonômica, além de usos fitoterápicos e/ou culinários. O questionário revelou conhecimento limitado sobre o assunto e apenas 18 espécies foram relatadas, com destaque para Talinum paniculatum (língua-de-vaca) e Pereskia aculeata (ora-pro-nóbis). A maioria dos entrevistados (80%) não comercializa as PANCs. Além disso, 70% não as consomem regularmente, e quando o fazem utilizam apenas as folhas (refogadas ou cozidas). Muitos alunos do EJA possuem vivências rurais, mantendo algum contato com plantas tradicionalmente consumidas. Contudo, o registro de 16 espécies foi bem menor que outros estudos similares já realizados neste mesmo território. O Recôncavo da Bahia é um território rico em tradições e saberes ancestrais, tornando necessário valorizar a biodiversidade sociocultural na região. A transversalidade da Educação Ambiental oferece caminho promissor aos programas e projetos de educação ambiental com enfoque agroecológico, para orientar comunidades escolares sobre práticas agrícolas adaptativas e promoção da segurança e soberania alimentar. Um guia pedagógico sobre as PANCs foi estruturado para apoiar o debate junto as turmas do EJA e agora está sendo testado, também para discutir a sustentabilidade.

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