Artigo Anais do X ENALIC e o IX Seminário Nacional do PIBID

ANAIS de Evento

ISSN: 2526-3234

LUDICIDADE E EDUCAÇÃO DAS RELAÇÕES ÉTNICO-RACIAIS NA EJA: DESENVOLVIMENTO DE UM JOGO DE CARTAS SOBRE PERSONALIDADES NEGRAS E INDÍGENAS

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Publicado em 02 de fevereiro de 2026

Resumo

Este relato de experiência apresenta o processo de concepção e desenvolvimento de um jogo de cartas pedagógico com foco na valorização de personalidades negras e indígenas, realizado no âmbito da disciplina Educação das Relações Étnico-Raciais. A iniciativa surgiu da necessidade de romper com narrativas eurocentradas ainda predominantes no currículo escolar, oferecendo um recurso lúdico que, ao mesmo tempo, amplie o repertório cultural dos estudantes e promova uma educação antirracista. O jogo, inspirado no formato do Perfil Express, contém 41 cartas com dicas sequenciais que instigam os participantes a identificar figuras históricas, artísticas, políticas e culturais relevantes para a construção da sociedade brasileira, mas frequentemente invisibilizadas nos espaços educativos. A metodologia envolveu pesquisa bibliográfica, com base em obras como Personalidades Negras (Geraldo; Valer, 2022) e Personalidades Afro e Indígenas (Unila, 2017), seleção criteriosa de personagens e elaboração de descrições acessíveis, informativas e críticas. O público-alvo estimado foi a Educação de Jovens e Adultos (EJA), contemplando sujeitos historicamente afastados de narrativas que representem sua identidade e ancestralidade. A experiência revelou o potencial do jogo enquanto ferramenta para a implementação das Leis 10.639/2003 e 11.645/2008, articulando ludicidade e decolonialidade. Os resultados preliminares indicam maior engajamento dos participantes, ampliação do conhecimento sobre trajetórias históricas afro-brasileiras e indígenas, fortalecimento do sentimento de pertencimento e incentivo à pesquisa autônoma. Conclui-se que o uso de estratégias lúdicas, fundamentadas em perspectivas críticas e inclusivas, constitui um caminho eficaz para a promoção da equidade racial no ambiente escolar, contribuindo para práticas pedagógicas mais representativas e emancipadoras.

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