Artigo Anais do X ENALIC e o IX Seminário Nacional do PIBID

ANAIS de Evento

ISSN: 2526-3234

EDUCAÇÃO FÍSICA E A INTERDISCIPLINARIDADE: QUE RELAÇÃO É ESSA?

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Publicado em 02 de fevereiro de 2026

Resumo

Este trabalho apresenta um recorte da pesquisa Linguagens em movimentos de formação continuada de docentes da Educação Física na Educação Infantil e Ensino Fundamental, realizada com a participação de 18 professores/as de Educação Física de seis municípios do Sul de Minas Gerais. O objetivo foi analisar como os/as docentes compreendem e vivenciam a interdisciplinaridade nas aulas de Educação Física, especialmente após a inserção da disciplina na área de Linguagens pela Base Nacional Comum Curricular (BNCC). Os dados foram construídos a partir dos encontros formativos da pesquisa-ação pedagógica (Franco, 2016), entrevistas e registros reflexivos produzidos pelos/as participantes. Os resultados revelam abertura e criatividade para articular a linguagem da movimentação com outros componentes curriculares, destacando-se experiências integradas com Matemática, Língua Portuguesa e Ciências, por meio de jogos, brincadeiras, percursos e desafios corporais. Tais práticas favoreceram aprendizagens que contemplam a complexidade dos objetos de conhecimento, ampliaram o léxico gestual dos estudantes e estimularam maior participação nas aulas. Entretanto, emergiram limites importantes: a interdisciplinaridade ainda ocorre de forma unilateral, partindo quase exclusivamente da iniciativa dos docentes de Educação Física, com pouca reciprocidade das demais áreas. Os relatos indicam frustrações diante da ausência de diálogo e do comprometimento coletivo na elaboração de propostas integradas, o que mantém a fragmentação curricular. À luz de Fazenda (1978), Thiesen (2007) e Freire (1996), conclui-se que a interdisciplinaridade demanda envolvimento mútuo, escuta e corresponsabilidade entre os professores, e que a Educação Física, ao mobilizar múltiplas linguagens, pode atuar como catalisadora de práticas pedagógicas mais integradas, contextualizadas e emancipatórias.

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