OH, MEU CORPO, FAÇA SEMPRE DE MIM UM HOMEM QUE EDUCA!
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Destacar que a violência revolucionária da luta anticolonial pode ser percebida na articulação entre teoria e prática, de forma divergente dos limites disciplinares hegemônicos e refratária aos esquemas teóricos tradicionais, evidenciando tensões entre as zonas do ser e as zonas do não-ser tem sido a estratégia utilizada em sala de aula a partir dessa leitura. Esse exercício em sala de aula para tornar visível a existência invisibilizada a partir da afirmação do corpo, como uma forma revolucionária, incide sobre dimensões políticas, éticas, estéticas e na produção de subjetividades, ampliando perspectivas para a educação e a formação docente. A partir disso, o corpo. No corpo, o questionar. Afirmar o corpo ao questionar. Questionar o corpo ao educar. É necessário que o corpo se revolte contra as imposições. 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