Artigo Anais do X ENALIC e o IX Seminário Nacional do PIBID

ANAIS de Evento

ISSN: 2526-3234

ADAPTAÇÃO DE ATIVIDADES PARA ENSINAR FÍSICA: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA DE LICENCIANDAS EM LETRAS NO PIBID

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Publicado em 02 de fevereiro de 2026

Resumo

Realizar adaptações de atividades pedagógicas não é uma tarefa simples, especialmente quando se trata de conteúdos que extrapolam o campo de formação inicial do licenciando. Este relato de experiência tem como objetivo apresentar a vivência de licenciandas em Letras, bolsistas do Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID), no âmbito do subprojeto Física–Informática–Letras, voltado à capacitação interdisciplinar de licenciandos para o uso de simulações computacionais e linguagens adaptadas para o ensino de Física a alunos com Transtorno do Espectro Autista (TEA). Considerando que cada aluno com TEA apresenta características específicas e diferentes níveis de suporte, de acordo com o DSM-5 (APA, 2014), torna-se fundamental que as práticas pedagógicas estejam atentas a essas particularidades. Metodologicamente, trata-se de uma pesquisa qualitativa, do tipo pesquisa participante, fundamentada em observações reflexivas e na produção de material didático adaptado. Uma das experiências relatadas foi a elaboração, pelo grupo de Letras, de uma crônica didática com linguagem acessível para tratar o conteúdo de hidrostática. Embora ainda não tenha sido aplicada em sala, a atividade foi fruto de diálogos constantes e formações com os colegas de Física e Informática, revelando o potencial da interdisciplinaridade na construção de propostas de atividades inclusivas. O referencial teórico está alicerçado em autores como Lacerda (2017), Magalhães et al. (2017), Silva (2022), Aranha (2003), Brites e Brites (2019), Barboza e Souto (2024), entre outros pesquisadores. Como resultado, observa-se que a experiência fortaleceu nossa compreensão sobre os desafios da inclusão escolar e evidenciou a necessidade de uma formação docente sensível à diversidade. Conclui- se que a colaboração entre áreas e a valorização das diferenças são caminhos possíveis para uma educação mais acessível, significativa e respeitosa.

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