Artigo Anais do X ENALIC e o IX Seminário Nacional do PIBID

ANAIS de Evento

ISSN: 2526-3234

O TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA SOB A PERSPECTIVA DA PEDAGOGIA HISTÓRICO-CRÍTICA: APROXIMAÇÕES E DESAFIOS

Palavra-chaves: , , , , Comunicação Oral (CO) ET 04: Educação, diversidade, interculturalidade
"2026-02-02 10:50:20" // app/Providers/../Base/Publico/Artigo/resources/show_includes/info_artigo.blade.php
App\Base\Administrativo\Model\Artigo {#1845 // app/Providers/../Base/Publico/Artigo/resources/show_includes/info_artigo.blade.php
  #connection: "mysql"
  +table: "artigo"
  #primaryKey: "id"
  #keyType: "int"
  +incrementing: true
  #with: []
  #withCount: []
  +preventsLazyLoading: false
  #perPage: 15
  +exists: true
  +wasRecentlyCreated: false
  #escapeWhenCastingToString: false
  #attributes: array:35 [
    "id" => 139332
    "edicao_id" => 442
    "trabalho_id" => 365
    "inscrito_id" => 235
    "titulo" => "O TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA SOB A PERSPECTIVA DA PEDAGOGIA HISTÓRICO-CRÍTICA: APROXIMAÇÕES E DESAFIOS"
    "resumo" => "A inclusão escolar de estudantes com Transtorno do Espectro Autista (TEA) requer mais do que a simples matrícula em escolas regulares: exige uma prática pedagógica crítica que assegure o acesso ao conhecimento sistematizado como mediação essencial para o desenvolvimento humano. Este estudo, de natureza qualitativa e bibliográfica (SEVERINO, 2016), tem como objetivo investigar as possíveis aproximações entre a Pedagogia Histórico-Crítica (PHC) e a educação de estudantes com TEA. Fundamentado nos aportes teóricos de Saviani (2013, 2018), Vigotski (1991, 2021), Hudson (2019), Schmidt e Pertile (2024), entre outros, o estudo analisa como os cinco momentos metodológicos da PHC podem estruturar uma prática pedagógica verdadeiramente inclusiva. O primeiro momento, a prática social como ponto de partida, propõe a análise da realidade concreta do estudante, reconhecendo suas experiências, potencialidades e limites, com base na teoria da mediação e na Zona de Desenvolvimento Proximal (ZDP) de Vigotski. O segundo momento, a problematização, visa romper com formas sincréticas e imediatistas de compreensão, favorecendo a emergência de uma consciência crítica por meio de atividades simbólicas e narrativas visuais. O terceiro momento, a instrumentalização, introduz os conhecimentos historicamente produzidos, respeitando a especificidade do estudante com TEA, mas sem empobrecer o conteúdo. A catarse, como quarto momento, representa a transformação qualitativa da consciência, manifestada na superação de respostas mecânicas e na construção da autonomia. Por fim, a prática social como ponto de chegada permite o retorno do sujeito à realidade, agora em um novo patamar de consciência e participação. Os resultados apontam que a articulação entre os fundamentos da PHC e as particularidades do TEA torna possível uma prática pedagógica que não se limita à adaptação, mas que se orienta pela superação das desigualdades educacionais, promovendo a emancipação intelectual e social dos sujeitos. Nesse horizonte, a inclusão torna-se, de fato, um projeto de humanidade."
    "modalidade" => "Comunicação Oral (CO)"
    "area_tematica" => "ET 04: Educação, diversidade, interculturalidade"
    "palavra_chave" => ", , , , "
    "idioma" => "Português"
    "arquivo" => "TRABALHO_COMPLETO_EV224_ID235_TB365_17102025075413.pdf"
    "created_at" => "2026-02-04 10:44:05"
    "updated_at" => null
    "ativo" => 1
    "autor_nome" => "ANDRE HENRIQUE BOAZEJEWSKI PEREIRA"
    "autor_nome_curto" => "ANDRE"
    "autor_email" => "boazejewskia@gmail.com"
    "autor_ies" => "CENTRO UNIVERSITÁRIO INTERNACIONAL (UNINTER)"
    "autor_imagem" => ""
    "edicao_url" => "anais-do-x-enalic-e-o-ix-seminario-nacional-do-pibid"
    "edicao_nome" => "Anais do X ENALIC e o IX Seminário Nacional do PIBID"
    "edicao_evento" => "X Encontro Nacional das Licenciaturas e IX Seminário Nacional do PIBID"
    "edicao_ano" => 2026
    "edicao_pasta" => "anais/enalic/2025"
    "edicao_logo" => null
    "edicao_capa" => "6980bad93ce2d_02022026115521.png"
    "data_publicacao" => null
    "edicao_publicada_em" => "2026-02-02 10:50:20"
    "publicacao_id" => 57
    "publicacao_nome" => "Revista ENALIC"
    "publicacao_codigo" => "2526-3234"
    "tipo_codigo_id" => 1
    "tipo_codigo_nome" => "ISSN"
    "tipo_publicacao_id" => 1
    "tipo_publicacao_nome" => "ANAIS de Evento"
  ]
  #original: array:35 [
    "id" => 139332
    "edicao_id" => 442
    "trabalho_id" => 365
    "inscrito_id" => 235
    "titulo" => "O TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA SOB A PERSPECTIVA DA PEDAGOGIA HISTÓRICO-CRÍTICA: APROXIMAÇÕES E DESAFIOS"
    "resumo" => "A inclusão escolar de estudantes com Transtorno do Espectro Autista (TEA) requer mais do que a simples matrícula em escolas regulares: exige uma prática pedagógica crítica que assegure o acesso ao conhecimento sistematizado como mediação essencial para o desenvolvimento humano. Este estudo, de natureza qualitativa e bibliográfica (SEVERINO, 2016), tem como objetivo investigar as possíveis aproximações entre a Pedagogia Histórico-Crítica (PHC) e a educação de estudantes com TEA. Fundamentado nos aportes teóricos de Saviani (2013, 2018), Vigotski (1991, 2021), Hudson (2019), Schmidt e Pertile (2024), entre outros, o estudo analisa como os cinco momentos metodológicos da PHC podem estruturar uma prática pedagógica verdadeiramente inclusiva. O primeiro momento, a prática social como ponto de partida, propõe a análise da realidade concreta do estudante, reconhecendo suas experiências, potencialidades e limites, com base na teoria da mediação e na Zona de Desenvolvimento Proximal (ZDP) de Vigotski. O segundo momento, a problematização, visa romper com formas sincréticas e imediatistas de compreensão, favorecendo a emergência de uma consciência crítica por meio de atividades simbólicas e narrativas visuais. O terceiro momento, a instrumentalização, introduz os conhecimentos historicamente produzidos, respeitando a especificidade do estudante com TEA, mas sem empobrecer o conteúdo. A catarse, como quarto momento, representa a transformação qualitativa da consciência, manifestada na superação de respostas mecânicas e na construção da autonomia. Por fim, a prática social como ponto de chegada permite o retorno do sujeito à realidade, agora em um novo patamar de consciência e participação. Os resultados apontam que a articulação entre os fundamentos da PHC e as particularidades do TEA torna possível uma prática pedagógica que não se limita à adaptação, mas que se orienta pela superação das desigualdades educacionais, promovendo a emancipação intelectual e social dos sujeitos. Nesse horizonte, a inclusão torna-se, de fato, um projeto de humanidade."
    "modalidade" => "Comunicação Oral (CO)"
    "area_tematica" => "ET 04: Educação, diversidade, interculturalidade"
    "palavra_chave" => ", , , , "
    "idioma" => "Português"
    "arquivo" => "TRABALHO_COMPLETO_EV224_ID235_TB365_17102025075413.pdf"
    "created_at" => "2026-02-04 10:44:05"
    "updated_at" => null
    "ativo" => 1
    "autor_nome" => "ANDRE HENRIQUE BOAZEJEWSKI PEREIRA"
    "autor_nome_curto" => "ANDRE"
    "autor_email" => "boazejewskia@gmail.com"
    "autor_ies" => "CENTRO UNIVERSITÁRIO INTERNACIONAL (UNINTER)"
    "autor_imagem" => ""
    "edicao_url" => "anais-do-x-enalic-e-o-ix-seminario-nacional-do-pibid"
    "edicao_nome" => "Anais do X ENALIC e o IX Seminário Nacional do PIBID"
    "edicao_evento" => "X Encontro Nacional das Licenciaturas e IX Seminário Nacional do PIBID"
    "edicao_ano" => 2026
    "edicao_pasta" => "anais/enalic/2025"
    "edicao_logo" => null
    "edicao_capa" => "6980bad93ce2d_02022026115521.png"
    "data_publicacao" => null
    "edicao_publicada_em" => "2026-02-02 10:50:20"
    "publicacao_id" => 57
    "publicacao_nome" => "Revista ENALIC"
    "publicacao_codigo" => "2526-3234"
    "tipo_codigo_id" => 1
    "tipo_codigo_nome" => "ISSN"
    "tipo_publicacao_id" => 1
    "tipo_publicacao_nome" => "ANAIS de Evento"
  ]
  #changes: []
  #casts: array:14 [
    "id" => "integer"
    "edicao_id" => "integer"
    "trabalho_id" => "integer"
    "inscrito_id" => "integer"
    "titulo" => "string"
    "resumo" => "string"
    "modalidade" => "string"
    "area_tematica" => "string"
    "palavra_chave" => "string"
    "idioma" => "string"
    "arquivo" => "string"
    "created_at" => "datetime"
    "updated_at" => "datetime"
    "ativo" => "boolean"
  ]
  #classCastCache: []
  #attributeCastCache: []
  #dates: []
  #dateFormat: null
  #appends: []
  #dispatchesEvents: []
  #observables: []
  #relations: []
  #touches: []
  +timestamps: false
  #hidden: []
  #visible: []
  +fillable: array:13 [
    0 => "edicao_id"
    1 => "trabalho_id"
    2 => "inscrito_id"
    3 => "titulo"
    4 => "resumo"
    5 => "modalidade"
    6 => "area_tematica"
    7 => "palavra_chave"
    8 => "idioma"
    9 => "arquivo"
    10 => "created_at"
    11 => "updated_at"
    12 => "ativo"
  ]
  #guarded: array:1 [
    0 => "*"
  ]
}
Publicado em 02 de fevereiro de 2026

Resumo

A inclusão escolar de estudantes com Transtorno do Espectro Autista (TEA) requer mais do que a simples matrícula em escolas regulares: exige uma prática pedagógica crítica que assegure o acesso ao conhecimento sistematizado como mediação essencial para o desenvolvimento humano. Este estudo, de natureza qualitativa e bibliográfica (SEVERINO, 2016), tem como objetivo investigar as possíveis aproximações entre a Pedagogia Histórico-Crítica (PHC) e a educação de estudantes com TEA. Fundamentado nos aportes teóricos de Saviani (2013, 2018), Vigotski (1991, 2021), Hudson (2019), Schmidt e Pertile (2024), entre outros, o estudo analisa como os cinco momentos metodológicos da PHC podem estruturar uma prática pedagógica verdadeiramente inclusiva. O primeiro momento, a prática social como ponto de partida, propõe a análise da realidade concreta do estudante, reconhecendo suas experiências, potencialidades e limites, com base na teoria da mediação e na Zona de Desenvolvimento Proximal (ZDP) de Vigotski. O segundo momento, a problematização, visa romper com formas sincréticas e imediatistas de compreensão, favorecendo a emergência de uma consciência crítica por meio de atividades simbólicas e narrativas visuais. O terceiro momento, a instrumentalização, introduz os conhecimentos historicamente produzidos, respeitando a especificidade do estudante com TEA, mas sem empobrecer o conteúdo. A catarse, como quarto momento, representa a transformação qualitativa da consciência, manifestada na superação de respostas mecânicas e na construção da autonomia. Por fim, a prática social como ponto de chegada permite o retorno do sujeito à realidade, agora em um novo patamar de consciência e participação. Os resultados apontam que a articulação entre os fundamentos da PHC e as particularidades do TEA torna possível uma prática pedagógica que não se limita à adaptação, mas que se orienta pela superação das desigualdades educacionais, promovendo a emancipação intelectual e social dos sujeitos. Nesse horizonte, a inclusão torna-se, de fato, um projeto de humanidade.

Compartilhe:

Visualização do Artigo


Deixe um comentário

Precisamos validar o formulário.