Artigo Anais do X ENALIC e o IX Seminário Nacional do PIBID

ANAIS de Evento

ISSN: 2526-3234

DA RUA PARA A ESCOLA: O USO DA GAMIFICAÇÃO EM UMA ESCOLA DA COMUNIDADE

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Publicado em 02 de fevereiro de 2026

Resumo

O trabalho em questão relata as percepções acerca de um trabalho desenvolvido no PIBID Educação Física da UFSJ, em uma escola inserida em um contexto de violência, tematizando os jogos e brincadeiras de rua, a partir de elementos gamificados. As atividades ocorreram durante um semestre, em turmas de 7º e 9º anos e 1º do Ensino Médio. O objetivo era promover a participação, o convívio e o respeito mútuo por meio da combinação de jogos e brincadeiras de rua com a gamificação como proposta metodológica. Visto que, com base em observações iniciais, ficou evidente que as brincadeiras se tornavam um espaço para confrontos, provocações, desrespeito e violência, tanto verbal quanto física. Ao introduzir elementos de gamificação por meio de pontuações intimamente ligadas ao comportamento e à participação dos estudantes, além de desafios pouco tradicionais, como jogar Queimada, Rouba bandeira, Pique esconde, "Pícula" e "Amarelinha Africana". O projeto permitiu avanços progressivos quanto aos comportamentos violentos dos estudantes na aula, considerando maior adesão às recomendações, observância das regras coletivas e participação de estudantes anteriormente marginalizados. Para alguns grupos, houve uma queda nas atitudes de conflito e agressividade, foi oportunizado um trabalho de inclusão de um aluno cadeirante, diminuíram os casos de exclusão e promoveram diálogos desafiadores sobre racismo e violência escolar em resposta à utilização da Gamificação. O trabalho não permite constatar se as mudanças alcançadas se manterão como hábitos institucionais, no entanto, aponta para possibilidades de transformações de condutas violentas e de exclusão social no espaço-tempo das aulas de Educação Física. Além disso, a experiência permitiu refletir sobre o potencial pedagógico da gamificação e das brincadeiras de rua para promover laços, diálogo e formação crítica dos licenciandos.

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