Artigo Anais do X ENALIC e o IX Seminário Nacional do PIBID

ANAIS de Evento

ISSN: 2526-3234

DA VOZ À ESCRITA: A ENTREVISTA COMO PRÁTICA INTERDISCIPLINAR NO 5º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL

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Publicado em 02 de fevereiro de 2026

Resumo

O presente relato descreve uma experiência pedagógica desenvolvida a partir de uma sequência didática com estudantes do 5º ano do Ensino Fundamental em uma escola pública de Recife-PE, cujo objetivo foi explorar, de forma interdisciplinar, os elementos constitutivos do gênero textual entrevista. A proposta, articulada às disciplinas de Língua Portuguesa e Matemática, buscou identificar e analisar características desse gênero em diferentes contextos comunicativos, promovendo a integração entre oralidade e escrita. As etapas contemplaram levantamento de conhecimentos prévios, estudo teórico, elaboração de perguntas, gravação, transcrição, revisão e produção de resenha crítica. Destaca-se o uso de recursos digitais e ferramentas online, como Chromebook, livro digital da turma, Google Formulários e Google Meet, que potencializaram o desenvolvimento da sequência. A fundamentação teórica apoiou-se em Marcuschi (2010), que discute a transposição da oralidade para a escrita por meio da retextualização, evidenciando a importância de compreender as especificidades do texto falado. Também foram consideradas as contribuições de Pasquier e Dolz (1996), ao tratarem da complexidade do ensino da escrita e da necessidade de trabalho sistemático com diferentes gêneros textuais. Dessa forma, os estudantes realizaram entrevistas entre colegas, a partir de roteiros com questões sobre “a importância da leitura e da escrita”, registrando e transcrevendo as interações para análise. Em seguida, foi realizada uma segunda entrevista, com um jovem destaque em olimpíadas de Matemática e Robótica, possibilitando conhecer sua trajetória e ampliar o interesse pelas áreas de exatas. A segunda entrevista possibilitou a elaboração de perguntas pertinentes, a análise das respostas e reflexões sobre a aprendizagem da Matemática de forma lúdica e significativa. Constatou-se que o trabalho com o gênero entrevista contribuiu para o desenvolvimento de habilidades de planejamento textual, reescrita, escuta atenta e análise crítica, além de estimular a participação ativa, o protagonismo estudantil e o vínculo entre conteúdos escolares e práticas sociais de comunicação.

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