Artigo Anais do X ENALIC e o IX Seminário Nacional do PIBID

ANAIS de Evento

ISSN: 2526-3234

A REFORMA DO ENSINO MÉDIO E O ENSINO DE GEOGRAFIA

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Publicado em 02 de fevereiro de 2026

Resumo

A reforma do Ensino Médio brasileiro, instituída pela Lei 13.415/2017, representa uma das mais significativas alterações estruturais na educação básica nas últimas décadas. Sua implementação tem sido marcada por intensas controvérsias, tanto pelo conteúdo das mudanças quanto pela forma autoritária com que foi imposta, por meio de medida provisória. Este artigo discute os impactos dessa reforma sobre o ensino da Geografia, uma vez que a sua marginalização nos currículos representa um grave retrocesso no papel formativo da escola, entendendo que o este componente curricular deve contribuir para que o estudante da Educação Básica desenvolva-se holisticamente, favorecendo uma formação crítica do aluno-cidadão, para a compreensão das desigualdades sociais e para a problematização das relações de poder. As transformações apresentadas são baseadas nas análises das reformas educacionais do país desde a década de 1990, que vêm substituindo os conteúdos fundamentais por competências e habilidades genéricas, fragmentando o conhecimento. O documento regulamentador da educação básica no Brasil, a Base Nacional Comum Curricular - BNCC, unifica o ensino no país, prioriza a aprendizagem de conteúdos descontextualizados, instrumentalizados por habilidades genéricas e avaliações padronizadas. É possível ainda observar que há uma articulação entre as reformas curriculares, as lógicas neoliberais e neoconservadoras e a reconfiguração da escola pública brasileira como um espaço submetido às demandas do mercado. Partindo da experiência de Caetité (Bahia), com o Documento Curricular Referencial da Bahia e com base em autores como Bittar (2019), Corti (2019), Peroni, Caetano e Valim (2021), busca-se compreender os sentidos atribuídos à Geografia na nova matriz curricular, analisando também a carga horária, os itinerários formativos, as políticas de responsabilização e as contradições do projeto que se insere na lógica do Global Education Reform Movement (GERM), baseado em: padronização da aprendizagem, ênfase em letramento e numeramento, redução de inovações pedagógicas, gestão empresarial da escola e responsabilização por resultados.

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