Artigo Anais do X ENALIC e o IX Seminário Nacional do PIBID

ANAIS de Evento

ISSN: 2526-3234

QUEM TEM MEDO DA SOCIOLOGIA? RELUTÂNCIA INSTITUCIONAL E RESISTÊNCIA NA VIVÊNCIA PEDAGÓGICA TECNICISTA NO IFPE-RECIFE.

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Publicado em 02 de fevereiro de 2026

Resumo

Este relato tem como objetivo compartilhar reflexões sobre a vivência de licenciandas em Ciências Sociais durante as atividades do Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID), no Instituto Federal de Pernambuco (IFPE), campus Recife. A experiência evidencia os desafios enfrentados na inserção do ensino de Sociologia em um espaço institucional historicamente voltado à formação técnica, onde o conhecimento humanístico é frequentemente secundarizado, reduzindo a valorização das ciências humanas. Durante as intervenções, observou-se uma resistência estrutural à abordagem crítica da disciplina, dificultando sua efetiva inserção no currículo escolar. Em diálogo com o coordenador acadêmico de Sociologia, foi identificada uma luta constante para ampliar a carga horária e o reconhecimento da disciplina, que atualmente dispõe de tempo mínimo no Ensino Médio integrado, em razão de uma lógica educacional voltada majoritariamente à formação técnica. Também foi observado que muitos estudantes não demonstram interesse em seguir carreira nas áreas técnicas de seus cursos, revelando um descompasso entre o currículo ofertado e seus projetos de vida. Espera-se que a instituição reconheça a importância da Sociologia como ferramenta fundamental para a leitura crítica da realidade, pois o ensino da disciplina é indispensável à formação da consciência social. A pesquisa, de caráter qualitativo, realizada entre janeiro e agosto de 2025, por meio da observação participante, mediada pelo PIBID, foi fundamentada nas contribuições de Paulo Freire, Dermeval Saviani, Cristiano Bodart e bell hooks. Esses autores ajudaram a compreender criticamente os limites do modelo tecnicista e as possibilidades de uma prática pedagógica transformadora, voltada para a emancipação dos sujeitos e a construção de uma escola mais democrática e inclusiva.

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