Artigo Anais do X ENALIC e o IX Seminário Nacional do PIBID

ANAIS de Evento

ISSN: 2526-3234

RELAÇÕES DE TRABALHO E ESCOLARIZAÇÃO DE JOVENS TRABALHADORES(AS) DO MEIO RURAL

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Publicado em 02 de fevereiro de 2026

Resumo

O presente artigo foi elaborado a partir das reflexões iniciais da pesquisa de mestrado em desenvolvimento e tem como objetivo analisar as condições de vida e trabalho enfrentadas pelos(as) jovens trabalhadores(as) do campo frente ao sistema capitalista. O foco da análise está na região do Alto Sertão da Bahia, onde a escassez de investimentos na agricultura familiar camponesa e a concentração de capital em setores como o agronegócio, a mineração e a energia eólica criam um cenário de poucas oportunidades para a juventude. Essa disparidade de recursos empurra os(as) jovens para a migração em busca de emprego, muitas vezes resultando no abandono da educação formal, pois não conseguem gerar renda em sua própria região. Para aprofundar essa questão, a pesquisa adotará uma abordagem qualitativa, utilizando entrevistas semiestruturadas com trabalhadores rurais migrantes do município de Pindaí, na Bahia. Esses(as) jovens se deslocam para Minas Gerais para atuar na colheita de café, e suas experiências de vida e trabalho serão o ponto central da análise. O método e os procedimentos da pesquisa são embasados no materialismo histórico-dialético, visando compreender integralmente as experiências dos(as) trabalhadores(as). Os resultados preliminares da pesquisa já apontam para um sistema educacional que é, por si só, excludente. Isso porque os currículos não incluem temas alinhados às vivências dos(as) estudantes do campo, desvalorizando seus conhecimentos e, consequentemente, não despertando seu interesse. Além disso, a pesquisa destaca a falta de políticas públicas eficazes para a permanência da juventude no campo, corroborando para um cenário de falta de perspectivas, tanto para os estudos quanto para o desenvolvimento de uma trajetória profissional na região de origem. Em última análise, a pesquisa busca evidenciar as desigualdades estruturais que moldam a vida e o futuro desses9as) jovens, mostrando como o capitalismo e as suas prioridades de investimento impactam diretamente em suas decisões de vida.

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