Artigo Anais do X ENALIC e o IX Seminário Nacional do PIBID

ANAIS de Evento

ISSN: 2526-3234

ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO NO PIBID: A AFETIVIDADE NO PROCESSO DE AQUISIÇÃO DA LINGUAGEM ESCRITA

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Publicado em 02 de fevereiro de 2026

Resumo

O presente relato de experiência, desenvolvido no âmbito do subprojeto PIBID Alfabetização da Universidade do Estado de Minas Gerais (UEMG) – unidade Ibirité, com financiamento da CAPES, tem como objetivo apresentar reflexões sobre a contribuição da afetividade no processo de aquisição da linguagem escrita, a partir da oficina “Eu me amo sim! Eu sou assim...”, realizada em uma turma de segundo ano do Ensino Fundamental. A proposta buscou promover a valorização da identidade e autoestima das crianças, articulando leitura, oralidade e escrita, com foco nas relações étnico-raciais. O referencial teórico fundamentou-se em estudos sobre alfabetização e letramento que consideram a dimensão afetiva como elemento constitutivo da aprendizagem, destacando-se autores que defendem o papel do professor como mediador e a necessidade de propostas significativas e contextualizadas. Metodologicamente, o trabalho pautou-se na análise de uma experiência prática, a partir de observações e registros realizados durante a execução da oficina, composta por momentos de exibição de curta-metragem, dinâmica do espelho e produção artística. Os resultados evidenciaram que a afetividade, quando intencionalmente incorporada às práticas pedagógicas, favorece o engajamento, o interesse e a construção positiva da autoimagem das crianças, impactando diretamente na relação delas com a leitura e a escrita. Um episódio marcante foi o relato de um estudante que, ao ler autonomamente um bilhete com a frase “Você é inteligente”, emocionou-se, revelando a potência de práticas que unem o desenvolvimento cognitivo à valorização subjetiva. A experiência reforça que considerar a diversidade cultural e étnica dos estudantes, assim como suas vivências e identidades, amplia as possibilidades de aprendizagem e rompe com perspectivas que limitam a alfabetização ao aspecto exclusivamente linguístico. Conclui-se que a integração entre afetividade e ensino sistemático da linguagem escrita contribui para a formação de leitores e escritores mais confiantes, críticos e conscientes de si.

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