Artigo Anais do X ENALIC e o IX Seminário Nacional do PIBID

ANAIS de Evento

ISSN: 2526-3234

INCLUSÃO E DIVERSIDADE NO ENSINO DE QUÍMICA: PERCEPÇÕES E PRÁTICAS DE PROFESSORES NO MUNICIPIO DE MARABÁ – PARÁ – AMAZÔNIA ORIENTAL

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Publicado em 02 de fevereiro de 2026

Resumo

Este artigo apresenta um projeto de pesquisa que investigou como professores de Química em Marabá-PA e região abordam a inclusão e a diversidade em suas práticas pedagógicas. A pesquisa contextualiza as políticas públicas brasileiras, como a Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB) e a Política Nacional de Educação Especial, que visam garantir acesso e permanência de alunos com Necessidades Educacionais Especiais (NEE) na escola. Apesar dos avanços legais, persistem desafios na implementação de práticas inclusivas, especialmente na Química, que exigem adaptações metodológicas complexas. A pesquisa qualitativa baseou-se em entrevistas semiestruturadas com cinco professoras da rede pública. Os dados foram analisados por meio de categorias temáticas, como formação docente, adaptações pedagógicas e desafios institucionais. Na Formação Docente, a maioria das professoras relatou lacunas na graduação sobre inclusão, buscando especializações posteriormente. Apenas uma participante tinha formação específica em educação especial. Nas Práticas Inclusivas que realizam foi registrado: a) Adaptações criativas, como uso de materiais visuais e táteis; b) Projetos interdisciplinares; c) Dificuldades em turmas superlotadas e falta de recursos. Com relação a suas percepções da diversidade, além de alunos com NEE, destacaram a presença da diversidade cultural, exigindo abordagens interculturais. Quanto ao apoio institucional, os relatos variaram desde escolas com gestão comprometida até total desamparo. O estudo revelou que, embora as professoras demonstrem engajamento em promover inclusão, enfrentam barreiras estruturais e culturais. A Química, tradicionalmente vista como complexa, mostrou potencial para ser inclusiva quando contextualizada e adaptada. Recomenda-se: 1) Inclusão de disciplinas sobre diversidade e inclusão nos cursos de licenciatura; 2) políticas públicas que garantam recursos e formação continuada; 3) Valorização de saberes locais no ensino de Ciências. A pesquisa destaca a necessidade de um Ensino de Química mais equitativo, alinhado às realidades regionais da Amazônia. As práticas documentadas servem como referência para futuras intervenções pedagógicas e políticas educacionais.

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