Artigo Anais do X ENALIC e o IX Seminário Nacional do PIBID

ANAIS de Evento

ISSN: 2526-3234

A IDENTIDADE QUILOMBOLA PESSOAL NO QUILOMBO NOSSA SENHORA DO LIVRAMENTO PODE DIALOGAR E SE VALORIZAR COM REGISTROS FOTOGRÁFICOS

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Publicado em 02 de fevereiro de 2026

Resumo

O presente trabalho é resultado de ações desenvolvidas no âmbito do Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID), vinculado ao curso de Licenciatura em Geografia. A partir dessa vivência formativa, foi possível articular teoria e prática no contexto da Educação Quilombola, com foco na valorização da identidade de mulheres quilombolas por meio da linguagem fotográfica. Esta pesquisa busca valorizar a identidade quilombola de uma mulher de forma pessoal, por meio da fotografia com registros autorais. Os quilombos em gerais têm registros fotográficos gerais, do coletivo. Mas, é preciso registros fotográficos pessoais, individuais ou somente de um núcleo familiar. Pois, são as histórias pessoais que influenciam o coletivo. A metodologia baseou-se em uma abordagem qualitativa, com ênfase na escuta sensível, na observação e na representação visual da identidade quilombola pessoal de um sujeito da comunidade Nossa Senhora do Livramento, localizada no município de Igarapé-Açu (PA). Através de, pesquisa bibliográfica, entrevistas semiestruturadas e visita ao campo para realizar as conversas e fotografias. O território do Quilombo do livramento é marcado por homens e mulheres, que assim como em uma história individual podemos perceber por elementos simbólicos o sentimento coletivo e de orgulho que todos ali têm por sua terra, uma terra que remete ao passado, mas vive do hoje e merece ser eternizado e valorizado pelos nossos governantes que detém o poder local em suas mãos. A fotografia neste trabalho permitiu um diálogo inicial e interdisciplinar com a sociologia, geografia e a identidade quilombola pessoal de uma mulher, que sinalizou entender e aceitar suas várias identidade como mulher, mãe e pertencente a um território quilombola com memória e tradições vivas em sua mente ou no cotidiano representado na fotografia com uma bacia de sementes de urucum.

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