Artigo Anais do X ENALIC e o IX Seminário Nacional do PIBID

ANAIS de Evento

ISSN: 2526-3234

A INTERCULTURALIDADE NA EDUCAÇÃO FÍSICA: VIVÊNCIAS COM BRINCADEIRAS INDÍGENAS E AFRICANAS NO 6º ANO

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Publicado em 02 de fevereiro de 2026

Resumo

O projeto “Brincadeiras de origem Indígenas e Africanas” foi desenvolvido na Escola Municipal Professora Dalísia Elizabeth Martins Dolles, envolvendo as duas turmas do 6º ano, e constituiu uma experiência marcante tanto para os alunos quanto para os professores e participantes do PIBID envolvidos, pois permitiu integrar movimento, ludicidade e cultura em um mesmo espaço pedagógico. Ao vivenciar brincadeiras como Peteca, Mbube Mbube, Saltando Feijões, Tisoro Yematatu, Terra-Mar e Gaviões e Pintinhos, os estudantes tiveram acesso a práticas que não apenas desenvolvem habilidades motoras como agilidade, equilíbrio e coordenação, mas também carregam consigo a história e a memória de povos que contribuíram significativamente para a formação da identidade brasileira. Organizadas em estações, as atividades favoreceram a participação ativa e o protagonismo dos alunos, que puderam circular entre os diferentes jogos e se desafiar em contextos variados, sempre mediados por professores que explicaram as origens e significados de cada prática. Esse contato promoveu reflexões sobre diversidade, ancestralidade e respeito às diferenças, aspectos reforçados nas rodas de conversa antes e após as vivências, momentos em que as crianças expressaram curiosidades, reconheceram valores culturais e compartilharam percepções sobre o aprendizado. O envolvimento demonstrado evidenciou que as brincadeiras não foram apenas momentos de diversão, mas oportunidades de ampliar repertórios culturais e desenvolver a consciência crítica sobre a importância de preservar saberes ancestrais. Para os educadores, a experiência reafirmou o papel da Educação Física como espaço de valorização da diversidade e promoção da interculturalidade, em consonância com as leis que tornam obrigatória a abordagem da história e cultura indígena e afro-brasileira na escola. Nesse sentido, a realização do projeto não se limitou à prática corporal, mas consolidou-se como um exercício de cidadania, pertencimento e reconhecimento da riqueza cultural que forma nosso país, revelando o brincar como um poderoso instrumento de aprendizagem e transformação social.

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