Artigo Anais do X ENALIC e o IX Seminário Nacional do PIBID

ANAIS de Evento

ISSN: 2526-3234

ROMPER O SILÊNCIO: MULHERES, FILOSOFIA E JUSTIÇA EPISTÊMICA NA EDUCAÇÃO

Palavra-chaves: , , , , Comunicação Oral (CO) ET 04: Educação, diversidade, interculturalidade
"2026-02-02 10:50:20" // app/Providers/../Base/Publico/Artigo/resources/show_includes/info_artigo.blade.php
App\Base\Administrativo\Model\Artigo {#1845 // app/Providers/../Base/Publico/Artigo/resources/show_includes/info_artigo.blade.php
  #connection: "mysql"
  +table: "artigo"
  #primaryKey: "id"
  #keyType: "int"
  +incrementing: true
  #with: []
  #withCount: []
  +preventsLazyLoading: false
  #perPage: 15
  +exists: true
  +wasRecentlyCreated: false
  #escapeWhenCastingToString: false
  #attributes: array:35 [
    "id" => 142205
    "edicao_id" => 442
    "trabalho_id" => 4264
    "inscrito_id" => 6349
    "titulo" => "ROMPER O SILÊNCIO: MULHERES, FILOSOFIA E JUSTIÇA EPISTÊMICA NA EDUCAÇÃO"
    "resumo" => "Este trabalho, decorrente da articulação entre o Projeto de Pesquisa Filosofia Criativa: desenvolvendo uma didática disruptiva para o ensino filosófico (CONSEPE 037/2024) e o Projeto de Extensão Filosofando em Múltiplas Linguagens (CONSEPE/UEFS 071/2023), vinculados ao curso de Filosofia da UEFS, teve como objetivo investigar a percepção de estudantes do ensino médio sobre a presença de mulheres na Filosofia e propor ações inclusivas. A pesquisa-ação foi realizada em nove turmas de uma escola estadual de Feira de Santana, envolvendo alunos/as do 1º ao 3º ano, por meio de questionários semiestruturados analisados com base na técnica de análise de conteúdo. O referencial teórico apoia-se na noção de justiça epistêmica de Miranda Fricker, na crítica de Alicia Puleo ao viés masculino da tradição filosófica e na análise de Ruth Hagengruber sobre a exclusão histórica das mulheres como processo político e cultural. A metodologia integrou princípios de Pesquisa-Ação e Design Thinking, favorecendo a escuta, a colaboração e a experimentação em contextos escolares. Os resultados apontaram amplo desconhecimento sobre filósofas, revelando a permanência de estereótipos e confirmando a invisibilidade feminina no ensino de Filosofia. Como intervenção, foram realizadas exposições, rodas de leitura, oficinas pedagógicas e debates que possibilitaram aos/às estudantes reconhecer contribuições de mulheres filósofas e cientistas, refletir criticamente sobre desigualdades de gênero e questionar o apagamento histórico. Tais atividades geraram mudanças perceptíveis na visão de alunos e alunas, com relatos de meninas que passaram a se identificar como potenciais protagonistas do pensamento filosófico e científico. Conclui-se que a inclusão de filósofas nos currículos e a adoção de práticas pedagógicas que valorizem a diversidade de sujeitos do conhecimento são medidas essenciais para um ensino mais plural e equitativo, capaz de combater o patriarcado na educação, promover a justiça epistêmica e inspirar novas gerações a ocuparem espaços historicamente negados às mulheres."
    "modalidade" => "Comunicação Oral (CO)"
    "area_tematica" => "ET 04: Educação, diversidade, interculturalidade"
    "palavra_chave" => ", , , , "
    "idioma" => "Português"
    "arquivo" => "TRABALHO_COMPLETO_EV224_ID6349_TB4264_20102025220430.pdf"
    "created_at" => "2026-02-04 10:44:07"
    "updated_at" => null
    "ativo" => 1
    "autor_nome" => "ALEXNALDO TEIXEIRA RODRIGUES"
    "autor_nome_curto" => "ALEXNALDO"
    "autor_email" => "atrodrigues@uefs.br"
    "autor_ies" => "UNIVERSIDADE ESTADUAL DE FEIRA DE SANTANA (UEFS)"
    "autor_imagem" => ""
    "edicao_url" => "anais-do-x-enalic-e-o-ix-seminario-nacional-do-pibid"
    "edicao_nome" => "Anais do X ENALIC e o IX Seminário Nacional do PIBID"
    "edicao_evento" => "X Encontro Nacional das Licenciaturas e IX Seminário Nacional do PIBID"
    "edicao_ano" => 2026
    "edicao_pasta" => "anais/enalic/2025"
    "edicao_logo" => null
    "edicao_capa" => "6980bad93ce2d_02022026115521.png"
    "data_publicacao" => null
    "edicao_publicada_em" => "2026-02-02 10:50:20"
    "publicacao_id" => 57
    "publicacao_nome" => "Revista ENALIC"
    "publicacao_codigo" => "2526-3234"
    "tipo_codigo_id" => 1
    "tipo_codigo_nome" => "ISSN"
    "tipo_publicacao_id" => 1
    "tipo_publicacao_nome" => "ANAIS de Evento"
  ]
  #original: array:35 [
    "id" => 142205
    "edicao_id" => 442
    "trabalho_id" => 4264
    "inscrito_id" => 6349
    "titulo" => "ROMPER O SILÊNCIO: MULHERES, FILOSOFIA E JUSTIÇA EPISTÊMICA NA EDUCAÇÃO"
    "resumo" => "Este trabalho, decorrente da articulação entre o Projeto de Pesquisa Filosofia Criativa: desenvolvendo uma didática disruptiva para o ensino filosófico (CONSEPE 037/2024) e o Projeto de Extensão Filosofando em Múltiplas Linguagens (CONSEPE/UEFS 071/2023), vinculados ao curso de Filosofia da UEFS, teve como objetivo investigar a percepção de estudantes do ensino médio sobre a presença de mulheres na Filosofia e propor ações inclusivas. A pesquisa-ação foi realizada em nove turmas de uma escola estadual de Feira de Santana, envolvendo alunos/as do 1º ao 3º ano, por meio de questionários semiestruturados analisados com base na técnica de análise de conteúdo. O referencial teórico apoia-se na noção de justiça epistêmica de Miranda Fricker, na crítica de Alicia Puleo ao viés masculino da tradição filosófica e na análise de Ruth Hagengruber sobre a exclusão histórica das mulheres como processo político e cultural. A metodologia integrou princípios de Pesquisa-Ação e Design Thinking, favorecendo a escuta, a colaboração e a experimentação em contextos escolares. Os resultados apontaram amplo desconhecimento sobre filósofas, revelando a permanência de estereótipos e confirmando a invisibilidade feminina no ensino de Filosofia. Como intervenção, foram realizadas exposições, rodas de leitura, oficinas pedagógicas e debates que possibilitaram aos/às estudantes reconhecer contribuições de mulheres filósofas e cientistas, refletir criticamente sobre desigualdades de gênero e questionar o apagamento histórico. Tais atividades geraram mudanças perceptíveis na visão de alunos e alunas, com relatos de meninas que passaram a se identificar como potenciais protagonistas do pensamento filosófico e científico. Conclui-se que a inclusão de filósofas nos currículos e a adoção de práticas pedagógicas que valorizem a diversidade de sujeitos do conhecimento são medidas essenciais para um ensino mais plural e equitativo, capaz de combater o patriarcado na educação, promover a justiça epistêmica e inspirar novas gerações a ocuparem espaços historicamente negados às mulheres."
    "modalidade" => "Comunicação Oral (CO)"
    "area_tematica" => "ET 04: Educação, diversidade, interculturalidade"
    "palavra_chave" => ", , , , "
    "idioma" => "Português"
    "arquivo" => "TRABALHO_COMPLETO_EV224_ID6349_TB4264_20102025220430.pdf"
    "created_at" => "2026-02-04 10:44:07"
    "updated_at" => null
    "ativo" => 1
    "autor_nome" => "ALEXNALDO TEIXEIRA RODRIGUES"
    "autor_nome_curto" => "ALEXNALDO"
    "autor_email" => "atrodrigues@uefs.br"
    "autor_ies" => "UNIVERSIDADE ESTADUAL DE FEIRA DE SANTANA (UEFS)"
    "autor_imagem" => ""
    "edicao_url" => "anais-do-x-enalic-e-o-ix-seminario-nacional-do-pibid"
    "edicao_nome" => "Anais do X ENALIC e o IX Seminário Nacional do PIBID"
    "edicao_evento" => "X Encontro Nacional das Licenciaturas e IX Seminário Nacional do PIBID"
    "edicao_ano" => 2026
    "edicao_pasta" => "anais/enalic/2025"
    "edicao_logo" => null
    "edicao_capa" => "6980bad93ce2d_02022026115521.png"
    "data_publicacao" => null
    "edicao_publicada_em" => "2026-02-02 10:50:20"
    "publicacao_id" => 57
    "publicacao_nome" => "Revista ENALIC"
    "publicacao_codigo" => "2526-3234"
    "tipo_codigo_id" => 1
    "tipo_codigo_nome" => "ISSN"
    "tipo_publicacao_id" => 1
    "tipo_publicacao_nome" => "ANAIS de Evento"
  ]
  #changes: []
  #casts: array:14 [
    "id" => "integer"
    "edicao_id" => "integer"
    "trabalho_id" => "integer"
    "inscrito_id" => "integer"
    "titulo" => "string"
    "resumo" => "string"
    "modalidade" => "string"
    "area_tematica" => "string"
    "palavra_chave" => "string"
    "idioma" => "string"
    "arquivo" => "string"
    "created_at" => "datetime"
    "updated_at" => "datetime"
    "ativo" => "boolean"
  ]
  #classCastCache: []
  #attributeCastCache: []
  #dates: []
  #dateFormat: null
  #appends: []
  #dispatchesEvents: []
  #observables: []
  #relations: []
  #touches: []
  +timestamps: false
  #hidden: []
  #visible: []
  +fillable: array:13 [
    0 => "edicao_id"
    1 => "trabalho_id"
    2 => "inscrito_id"
    3 => "titulo"
    4 => "resumo"
    5 => "modalidade"
    6 => "area_tematica"
    7 => "palavra_chave"
    8 => "idioma"
    9 => "arquivo"
    10 => "created_at"
    11 => "updated_at"
    12 => "ativo"
  ]
  #guarded: array:1 [
    0 => "*"
  ]
}
Publicado em 02 de fevereiro de 2026

Resumo

Este trabalho, decorrente da articulação entre o Projeto de Pesquisa Filosofia Criativa: desenvolvendo uma didática disruptiva para o ensino filosófico (CONSEPE 037/2024) e o Projeto de Extensão Filosofando em Múltiplas Linguagens (CONSEPE/UEFS 071/2023), vinculados ao curso de Filosofia da UEFS, teve como objetivo investigar a percepção de estudantes do ensino médio sobre a presença de mulheres na Filosofia e propor ações inclusivas. A pesquisa-ação foi realizada em nove turmas de uma escola estadual de Feira de Santana, envolvendo alunos/as do 1º ao 3º ano, por meio de questionários semiestruturados analisados com base na técnica de análise de conteúdo. O referencial teórico apoia-se na noção de justiça epistêmica de Miranda Fricker, na crítica de Alicia Puleo ao viés masculino da tradição filosófica e na análise de Ruth Hagengruber sobre a exclusão histórica das mulheres como processo político e cultural. A metodologia integrou princípios de Pesquisa-Ação e Design Thinking, favorecendo a escuta, a colaboração e a experimentação em contextos escolares. Os resultados apontaram amplo desconhecimento sobre filósofas, revelando a permanência de estereótipos e confirmando a invisibilidade feminina no ensino de Filosofia. Como intervenção, foram realizadas exposições, rodas de leitura, oficinas pedagógicas e debates que possibilitaram aos/às estudantes reconhecer contribuições de mulheres filósofas e cientistas, refletir criticamente sobre desigualdades de gênero e questionar o apagamento histórico. Tais atividades geraram mudanças perceptíveis na visão de alunos e alunas, com relatos de meninas que passaram a se identificar como potenciais protagonistas do pensamento filosófico e científico. Conclui-se que a inclusão de filósofas nos currículos e a adoção de práticas pedagógicas que valorizem a diversidade de sujeitos do conhecimento são medidas essenciais para um ensino mais plural e equitativo, capaz de combater o patriarcado na educação, promover a justiça epistêmica e inspirar novas gerações a ocuparem espaços historicamente negados às mulheres.

Compartilhe:

Visualização do Artigo


Deixe um comentário

Precisamos validar o formulário.