Artigo Anais do X ENALIC e o IX Seminário Nacional do PIBID

ANAIS de Evento

ISSN: 2526-3234

JOGAR PARA (RE)EXISTIR COM ‘RIQUEZAS DA DIÁSPORA’: UMA PROPOSTA AFROCENTRADA DE RECONSTRUÇÃO IDENTITÁRIA NEGRA NO ENSINO DE MATEMÁTICA

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Publicado em 02 de fevereiro de 2026

Resumo

Ensinar Matemática com recursos didáticos que promovam o diálogo entre saberes culturais e objetos matemáticos, em perspectiva afrocentrada, potencializa aprendizagens críticas e contribui para a efetivação da Lei 10.639/03. Nessa perspectiva, o objetivo deste estudo é analisar o potencial pedagógico do jogo “Riquezas da Diáspora” como recurso didático afrocentrado no ensino de Matemática, desenvolvido no âmbito do subprojeto Matemática do PIBID/IFBA. A pesquisa, qualitativa e documental, analisa a ressignificação do jogo Banco Imobiliário a partir de valores como ancestralidade, coletividade e justiça social. Foram examinados os elementos constitutivos do jogo — tabuleiro, moeda, personagens, cartas e regras —, que relacionam conceitos matemáticos, como porcentagem e juros simples, a contextos culturais afro-diaspóricos. O jogo traz personagens inspirados em griôs, matriarcas quilombolas e cientistas afro-futuristas, além de casas coletivas, centros de referência afro e cartas de memória e movimento que resgatam histórias da diáspora. Esses elementos não se prendem à competição individual; procuram fortalecer solidariedade, gestos de partilha e vínculos de pertencimento coletivo. Do ponto de vista pedagógico, a proposta amplia o trabalho interdisciplinar, entrelaçando Matemática, História e Educação para as Relações Étnico-Raciais em experiências significativas. Os resultados da análise indicam que o jogo pode estimular vínculos identitários e aprendizagens culturalmente referenciadas, mobilizando conceitos matemáticos em situações como administração de recursos, proporcionalidade e decisões coletivas. Com as adaptações realizadas, o jogo abre caminhos para relacionar conteúdos matemáticos a discussões sobre memória e equidade, criando espaço para aprendizagens éticas e interdisciplinares. O processo de adaptação também contribuiu para ampliar a compreensão da docência como prática ética, política e comprometida com uma Educação Matemática antirracista. Conclui-se que experiências afrocentradas, mediadas pela docência e apoiadas por políticas formativas como o PIBID, possuem potencial transformador para o ensino de Matemática e para a formação inicial de professores sensíveis às dimensões históricas e culturais do conhecimento.

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