Artigo Anais do X ENALIC e o IX Seminário Nacional do PIBID

ANAIS de Evento

ISSN: 2526-3234

INTRODUÇÃO DOS NÚMEROS INTEIROS POR MEIO DE UMA TAREFA MATEMÁTICA EXPLORATÓRIA PARA O 7º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL

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Publicado em 02 de fevereiro de 2026

Resumo

A introdução aos números inteiros é um momento crucial na trajetória acadêmica estudantil, uma vez que a compreensão destes números e operações neste conjunto apresentam maior abstração. Recorrentemente os números inteiros são introduzidos de forma descontextualizada, tecnicista e sem uma abordagem histórica, o que pode gerar desconexão, confusão e dificuldades com o conteúdo. Pensando nisso, este trabalho busca relatar a experiência do desenvolvimento de uma tarefa matemática exploratória para introdução dos números inteiros em três turmas do 7º ano do Ensino Fundamental com uma abordagem contextualizada e referenciada no Ensino Exploratório. A tarefa apresentou um cenário de necessidade humana de registro e de representação da quantidade de vegetais, frutas e verduras armazenadas em caixas, historicamente presente na sociedade chinesa e indiana, as quais contribuíram para a criação dos números negativos. Durante a aplicação desta tarefa, as turmas foram divididas em grupos e coletou-se os dados por meio da observação participante e dos registros de práticas. A análise das respostas foi conduzida de forma qualitativa, com base nas diferentes estratégias utilizadas pelas pessoas estudantes para lidar com os números inteiros. Foram considerados aspectos como as capacidades de: representação dos sinais de positivo e negativo; interpretação dos problemas propostos; raciocínio matemático; e ordenação dos números inteiros. Também foram analisadas argumentações verbais e escritas que revelam construções de sentido em torno do conceito. Ao final, foi possível identificar o desenvolvimento das capacidades de interpretar, representar e ordenar os números inteiros em diferentes contextos, um maior engajamento na aula (e nas aulas seguintes) e uma maior participação ativa estudantil nas discussões, indicando que a atividade contextualizada e coletiva favoreceu a construção significativa do conhecimento matemático.

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