Artigo Anais do X ENALIC e o IX Seminário Nacional do PIBID

ANAIS de Evento

ISSN: 2526-3234

ESCOLA, PROFESSORES E MILITÂNCIA: SENTIDOS ATRIBUÍDOS POR ATIVISTAS À EDUCAÇÃO FORMAL

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Publicado em 02 de fevereiro de 2026

Resumo

O artigo proposto analisa a importância da educação escolar formal na constituição das trajetórias e práticas de 28 militantes e ativistas de diferentes regiões do Brasil, com foco no papel da escola e do professor como agencias de socialização, resistência e disputa política. A pesquisa adota abordagem qualitativa, com base em entrevistas semiestruturadas transcritas integralmente, analisadas em duas etapas: vertical, examinando cada depoimento segundo sete dimensões (trajetória escolar, função social da escola, articulação escolarização-militância, reconhecimento, desigualdades, subjetividade e expectativas); e horizontal, comparando os relatos para identificar convergências, tensões e emergências temáticas. O referencial teórico apoia-se em Paulo Freire, Jacques Rancière, Boaventura de Sousa Santos, Kimberlé Crenshaw e Carla Akotirene, articulando perspectivas críticas sobre educação, militância e interseccionalidade. Os resultados evidenciam a escola como espaço ambivalente: ao mesmo tempo em que reproduz desigualdades estruturais de raça, classe, gênero e território, também abre brechas para práticas emancipatórias, sobretudo quando mediada por professores críticos e engajados. Estes aparecem como atores centrais, capazes de incentivar debates, apoiar coletivos estudantis e fomentar a consciência política; em contrapartida, quando atuam de forma autoritária ou excludente, reforçam mecanismos de silenciamento e desigualdade. A escolarização oferece diplomas e autoridade formal, mas a legitimidade efetiva é atribuída à prática militante, ancorada em saberes populares e na inserção comunitária. As memórias dos entrevistados variam entre dor e potência, indicando que a exclusão vivida frequentemente se transforma em combustível para a ação política. De forma convergente, os militantes projetam para o futuro uma escola democrática, inclusiva, antirracista, popular e vinculada às realidades periféricas e camponesas.

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