Artigo Anais do X ENALIC e o IX Seminário Nacional do PIBID

ANAIS de Evento

ISSN: 2526-3234

DO SALTO AO TÊNIS: ESTEREÓTIPOS QUE CERCAM O CORPO DO PROFESSOR DE EDUCAÇÃO FÍSICA, UMA PERSPECTIVA DE UM PROFESSOR LGBTQIA+ EM FORMAÇÃO.

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Publicado em 02 de fevereiro de 2026

Resumo

O presente trabalho objetiva refletir acerca dos estereótipos que cercam o corpo do professor de Educação Física dentro de uma expectativa de inclusão e representatividade no campo da Educação Física Escolar, entendendo assim como essas construções sociais afetam a formação e a identidade docente de um professor LGBTQIA+. A partir de uma abordagem qualitativa, este relato de experiência é desenvolvido buscando valorizar a narrativa em primeira pessoa. Articulados com a literatura acadêmica, os registros foram organizados a partir de memórias, diários de bordo e episódios vivenciados durante a atuação no Programa Institucional de Iniciação à Docência (PIBID) em uma escola estadual da Bahia. A presente investigação parte do entendimento de que o corpo do professor de Educação Física é atravessado por construções sociais, culturais e históricas que produzem expectativas, estereótipos e normas corporais. De acordo com Louro (2004), a escola é um espaço de produção e reprodução de discursos que normatizam comportamentos e identidades, reforçando padrões hegemônicos de gênero e sexualidade. No caso da Educação Física, essas normatizações são frequentemente associadas a um corpo atlético, performático e heteronormativo, conforme apontam Goellner (2008) e Devide (2005), gerando pressões estéticas e comportamentais sobre o docente. A análise da vivência relatada revelou que os estereótipos associados ao corpo do professor de Educação Física permanecem fortemente vinculados a um ideal atlético, jovem, masculino e heteronormativo. Quando esse padrão não foi identificado, gerou situações de estranhamento e julgamentos que atravessaram a experiência do professor gerando sentimentos de constrangimento. Dessa forma, embora haja um avanço nas discussões sobre diversidade e respeito no ambiente escolar, os discursos e práticas que reforçam normas excludentes continuam.

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