Artigo Anais do VII Seminário Internacional Desfazendo Gênero

ANAIS de Evento

ISSN: 2447-2190

INSURGÊNCIA É COMPROMISSO, ARTE AFRO-TRAVESTI: CORPAS-MEMÓRIAS E POSSIBILIDADES DE LETRAMENTOS E PEDAGOGIAS AFRODISSIDENTES

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Publicado em 03 de fevereiro de 2026

Resumo

A pesquisa em andamento, vinculada ao Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade Estadual de Feira de Santana (PPGE-UEFS), nasce da experiência da pesquisadora, mas não se limita a ela. Sustenta-se no chão das ruas, das escolas, dos palcos, das pistas de dança, no afeto materno e nas memórias corporais que inscrevem um percurso de audácia (De Jesus, 1960). A relevância da investigação está na necessidade de tensionar as narrativas hegemônicas sobre corpos trans e travestis negros, desafiando práticas coloniais e normativas presentes na educação e na produção de conhecimento. Justifica-se pelo potencial de construção de saberes insurgentes e de epistemologias dissidentes, que reconhecem a arte e a corporeidade como espaços legítimos de aprendizagem e resistência. O objetivo geral consiste em compreender como as expressões artísticas de identidades trans e travestis negras afrodissidentes contribuem para a formação de letramentos políticos, culturais e educacionais que promovem uma educação antirracista, inclusiva e contra-hegemônica. Especificamente, busca-se evidenciar como figuras como Amora Moreira, Lacraia, Xica Manicongo, Linn da Quebrada e Vera Verão se constituem como formas de (re)existência, pedagogia insurgente e enfrentamento à colonialidade, além de difundir a visibilidade acadêmica de materiais artísticos, literários e audiovisuais produzidos por e para corpas negras dissidentes. Teoricamente, articula autoras e autores que problematizam a colonialidade do saber, do gênero e da sexualidade (Quijano, 2005; Segato, 2015; Oyewùmí, 1997), compreendem o corpo como tecnologia de produção de conhecimento (Preciado, 2014) e o reconhecem como campo de pedagogia insurgente (Hooks, 2019; Rufino, 2019). A pesquisa adota uma abordagem qualitativa de natureza autoetnográfica e endoetnográfica, performativa e insurgente, fundamentada na escrevivência, na sociopoética, na teoria queer e na pedagogia das encruzilhadas, incorporando a descrição densa (Geertz, 2015) e a performatividade como práticas de criação de saber. As conclusões preliminares indicam que as práticas artísticas de corpas negras travestis afrodissidentes instauram pedagogias insurgentes e políticas de reexistência, rompendo com o cistema binário-colonial e abrindo caminhos para epistemologias que inscrevem no corpo e na arte lugares legítimos de produção de saberes.

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