O ENSINO DE FILOSOFIA COMO BÚSSOLA PARA A AUTENTICIDADE
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Cabe-nos perguntar, portanto: como conciliar a ausência de objeto com uma instância concretizadora da autenticidade? Para lançar luz à indagação, propomo-nos, inicialmente, pensar como ensinar filosofia. Segundo Maügué, o ensino filosófico instaura-se em três gestos: (i) faz-se necessário à aquisição de bagagem cultural; (ii) deve ser histórico, mas também contemporâneo; (iii) revela-se no contato com grandes filósofos, de modo que, os clássicos são pontos-fixos da história. Pretende-se, assim, apologizar uma abordagem pedagógica comprometida com a história da filosofia, sem reduzir-se à erudição, mas revisitando o passado com um olhar crítico ao presente. Nossa pesquisa, portanto, não poderá limitar-se a esse aspecto, pois, assim como a virada linguística abalou os modos de se fazer filosofia, impõe-se repensar outros modos de ensiná-la, bem como seu cânone. Posteriormente, propomo-nos pensar que é ensinar filosofia. 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