Artigo Anais do X ENALIC e o IX Seminário Nacional do PIBID

ANAIS de Evento

ISSN: 2526-3234

IMAGENS E VOZES NA PRODUÇÃO DO GÊNERO DOCUMENTÁRIO: EXPERIÊNCIAS EM DEBATE NO IFPE CAMPUS RECIFE

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Publicado em 02 de fevereiro de 2026

Resumo

Este relato de experiência foi vivenciado no Instituto Federal de Pernambuco (IFPE), campus Recife, no âmbito do Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID), no curso de Letras-Português da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), coordenado pela profa. Dra. Andréa Moraes e intitulado “Produção de texto na Educação Básica: caminhos entre a escola e a universidade”. A experiência advém da proposta de produção do gênero documentário, articulando a temática da literatura do Pré-Modernismo e Modernismo brasileiro às discussões sobre cultura brasileira, identidade nacional e relações étnico-raciais. O projeto teve como objetivo geral abordar o uso de recursos semióticos a partir da produção do gênero documentário, observando de que maneira estes recursos atuam como elementos estruturadores das vozes discursivas dos temas em debate. Objetivou-se também o exercício de habilidades voltadas à argumentação a partir de diferentes modos de significação. A fundamentação ancorou-se nos debates postulados por Renato Ortiz (2001) e Lélia Gonzalez (1984; 2020), para abordar as construções discursivas em torno da identidade brasileira, bem como os apagamentos simbólicos que promovem; em Bazerman (2021), acerca da concepção dos gêneros como formas de ação social; em Caretta (2016), a noção sobre o uso de projetos temáticos no ensino dialógico de Língua Portuguesa; em Kress (2010) no que tange à multimodalidade e às intersecções semióticas para orquestração de significados, e em Marcuschi e De Melo (2015), sobre a utilização do documentário como material didático e objeto de ensino-aprendizagem. Os resultados advindos da experiência proporcionam maior estreitamento da relação entre práticas de linguagem, cidadania e ensino dialógico da língua, além de maior compreensão das escolas como espaços socioculturais complexos e, consequentemente, da complexidade que sustenta os discursos, as identidades e culturas e a própria variedade multissemiótica.

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