Artigo Anais do X ENALIC e o IX Seminário Nacional do PIBID

ANAIS de Evento

ISSN: 2526-3234

A FRUIÇÃO DA AULA DE LÍNGUA ESTRANGEIRA: VIVÊNCIAS LITERÁRIAS NO ENSINO DE FRANCÊS PARA ESTUDANTES DE LETRAS

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Publicado em 02 de fevereiro de 2026

Resumo

Por questões de ordem didática, de modo geral, língua e literatura são estudadas em momentos distintos, em disciplinas distintas. Na realidade, língua e literatura são inseparáveis e, tratadas como tal, constituem a expressão maior do humano, razão pela qual entendemos que vivências literárias em sala de aula — no caso, aula de língua estrangeira —, podem ser facilitadoras de uma perspectiva emancipatória na formação humana. Dessa forma, por meio de nosso relato, propomos uma reflexão sobre vivenciarmos, para além do contentamento que normalmente o texto literário — poemas, contos e trechos de romances — possa propiciar em aula de língua estrangeira, a fruição dessa aula, ou seja, nela vivenciarmos nossa condição humana, logo, complexa. Para tanto, nosso relato está ancorado na ideia de fruição a partir de Roland Barthes, em O prazer do texto (1987), e na noção de complexidade humana a partir de Edgar Morin, em Os sete saberes necessários à educação do futuro (2000), e se estrutura em torno das questões O quê? Por quê? Como?, cujas respostas tecemos continuamente ao longo de uma prática docente voltada ao ensino do francês sobretudo no âmbito da formação de professores de língua francesa, na Universidade de Brasília.

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