Artigo Anais do X ENALIC e o IX Seminário Nacional do PIBID

ANAIS de Evento

ISSN: 2526-3234

PRÁTICAS AVALIATIVAS NÃO TRADICIONAIS NO ENSINO DE GEOGRAFIA: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA EM UMA ESCOLA DO CAMPO EM GLÓRIA DO GOITÁ - PE

Palavra-chaves: , , , , Relato de Experiência (RE) ET 01: Processos de Ensino e aprendizagem
"2026-02-02 10:50:20" // app/Providers/../Base/Publico/Artigo/resources/show_includes/info_artigo.blade.php
App\Base\Administrativo\Model\Artigo {#1845 // app/Providers/../Base/Publico/Artigo/resources/show_includes/info_artigo.blade.php
  #connection: "mysql"
  +table: "artigo"
  #primaryKey: "id"
  #keyType: "int"
  +incrementing: true
  #with: []
  #withCount: []
  +preventsLazyLoading: false
  #perPage: 15
  +exists: true
  +wasRecentlyCreated: false
  #escapeWhenCastingToString: false
  #attributes: array:35 [
    "id" => 140134
    "edicao_id" => 442
    "trabalho_id" => 1389
    "inscrito_id" => 282
    "titulo" => "PRÁTICAS AVALIATIVAS NÃO TRADICIONAIS NO ENSINO DE GEOGRAFIA: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA EM UMA ESCOLA DO CAMPO EM GLÓRIA DO GOITÁ - PE"
    "resumo" => "A realidade das escolas do campo exige práticas pedagógicas que dialoguem com a vivência dos estudantes e respeitem os saberes tradicionais das comunidades rurais. Nesse contexto, a proposta de práticas avaliativas não tradicionais é uma alternativa enriquecedora para o ensino de Geografia. Entende-se como avaliação tradicional, aquela que mede o desempenho do aluno a partir de provas e testes, focados apenas na repetição do conhecimento. Esse trabalho surgiu a partir de uma experiência de estágio não obrigatório, desenvolvido em uma escola da zona rural de Glória do Goitá - PE, durante a avaliação final do terceiro trimestre letivo, com uma turma do 8º ano do Ensino Fundamental. Ele tem como objetivo propor a reflexão sobre a importância de avaliações não tradicionais no ensino de Geografia. A fundamentação teórica apoia-se em autores como: Arroyo (1999), e Ziech (2017), para análise sobre a educação do campo; e, para aprofundamento das práticas avaliativas no ensino de Geografia, foram abordados teóricos como, Hoffmann (2005) e Luckesi (2013). Este relato adota uma abordagem qualitativa segundo Minayo (2009), e dividiu-se em duas etapas: revisão bibliográfica e o relato de experiência. Observou-se que as práticas avaliativas contextualizadas no ensino de Geografia fortalecem o vínculo entre escola e comunidade, valorizando os conhecimentos locais e contribuindo para a formação de sujeitos críticos e conscientes do seu papel onde vivem. Ao colocar os estudantes como protagonistas da atividade, assumindo o papel de pesquisadores em seu próprio território, rompeu-se com a lógica tradicional da avaliação escolar centrada na memorização e na reprodução de conteúdo. Conclui-se que a experiência demonstrou o potencial das avaliações não tradicionais em valorizar os saberes do campo e aproximar escola e comunidade. Ao integrar teoria e prática, o ensino de Geografia se enriqueceu, contribuindo para a formação crítica dos alunos e o fortalecimento da identidade rural."
    "modalidade" => "Relato de Experiência (RE)"
    "area_tematica" => "ET 01: Processos de Ensino e aprendizagem"
    "palavra_chave" => ", , , , "
    "idioma" => "Português"
    "arquivo" => "TRABALHO_COMPLETO_EV224_ID282_TB1389_18102025171530.pdf"
    "created_at" => "2026-02-04 10:44:06"
    "updated_at" => null
    "ativo" => 1
    "autor_nome" => "IONE MARIA MARQUES SANTOS"
    "autor_nome_curto" => "IONE"
    "autor_email" => "ione.marques@ufpe.br"
    "autor_ies" => "UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO (UFPE)"
    "autor_imagem" => ""
    "edicao_url" => "anais-do-x-enalic-e-o-ix-seminario-nacional-do-pibid"
    "edicao_nome" => "Anais do X ENALIC e o IX Seminário Nacional do PIBID"
    "edicao_evento" => "X Encontro Nacional das Licenciaturas e IX Seminário Nacional do PIBID"
    "edicao_ano" => 2026
    "edicao_pasta" => "anais/enalic/2025"
    "edicao_logo" => null
    "edicao_capa" => "6980bad93ce2d_02022026115521.png"
    "data_publicacao" => null
    "edicao_publicada_em" => "2026-02-02 10:50:20"
    "publicacao_id" => 57
    "publicacao_nome" => "Revista ENALIC"
    "publicacao_codigo" => "2526-3234"
    "tipo_codigo_id" => 1
    "tipo_codigo_nome" => "ISSN"
    "tipo_publicacao_id" => 1
    "tipo_publicacao_nome" => "ANAIS de Evento"
  ]
  #original: array:35 [
    "id" => 140134
    "edicao_id" => 442
    "trabalho_id" => 1389
    "inscrito_id" => 282
    "titulo" => "PRÁTICAS AVALIATIVAS NÃO TRADICIONAIS NO ENSINO DE GEOGRAFIA: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA EM UMA ESCOLA DO CAMPO EM GLÓRIA DO GOITÁ - PE"
    "resumo" => "A realidade das escolas do campo exige práticas pedagógicas que dialoguem com a vivência dos estudantes e respeitem os saberes tradicionais das comunidades rurais. Nesse contexto, a proposta de práticas avaliativas não tradicionais é uma alternativa enriquecedora para o ensino de Geografia. Entende-se como avaliação tradicional, aquela que mede o desempenho do aluno a partir de provas e testes, focados apenas na repetição do conhecimento. Esse trabalho surgiu a partir de uma experiência de estágio não obrigatório, desenvolvido em uma escola da zona rural de Glória do Goitá - PE, durante a avaliação final do terceiro trimestre letivo, com uma turma do 8º ano do Ensino Fundamental. Ele tem como objetivo propor a reflexão sobre a importância de avaliações não tradicionais no ensino de Geografia. A fundamentação teórica apoia-se em autores como: Arroyo (1999), e Ziech (2017), para análise sobre a educação do campo; e, para aprofundamento das práticas avaliativas no ensino de Geografia, foram abordados teóricos como, Hoffmann (2005) e Luckesi (2013). Este relato adota uma abordagem qualitativa segundo Minayo (2009), e dividiu-se em duas etapas: revisão bibliográfica e o relato de experiência. Observou-se que as práticas avaliativas contextualizadas no ensino de Geografia fortalecem o vínculo entre escola e comunidade, valorizando os conhecimentos locais e contribuindo para a formação de sujeitos críticos e conscientes do seu papel onde vivem. Ao colocar os estudantes como protagonistas da atividade, assumindo o papel de pesquisadores em seu próprio território, rompeu-se com a lógica tradicional da avaliação escolar centrada na memorização e na reprodução de conteúdo. Conclui-se que a experiência demonstrou o potencial das avaliações não tradicionais em valorizar os saberes do campo e aproximar escola e comunidade. Ao integrar teoria e prática, o ensino de Geografia se enriqueceu, contribuindo para a formação crítica dos alunos e o fortalecimento da identidade rural."
    "modalidade" => "Relato de Experiência (RE)"
    "area_tematica" => "ET 01: Processos de Ensino e aprendizagem"
    "palavra_chave" => ", , , , "
    "idioma" => "Português"
    "arquivo" => "TRABALHO_COMPLETO_EV224_ID282_TB1389_18102025171530.pdf"
    "created_at" => "2026-02-04 10:44:06"
    "updated_at" => null
    "ativo" => 1
    "autor_nome" => "IONE MARIA MARQUES SANTOS"
    "autor_nome_curto" => "IONE"
    "autor_email" => "ione.marques@ufpe.br"
    "autor_ies" => "UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO (UFPE)"
    "autor_imagem" => ""
    "edicao_url" => "anais-do-x-enalic-e-o-ix-seminario-nacional-do-pibid"
    "edicao_nome" => "Anais do X ENALIC e o IX Seminário Nacional do PIBID"
    "edicao_evento" => "X Encontro Nacional das Licenciaturas e IX Seminário Nacional do PIBID"
    "edicao_ano" => 2026
    "edicao_pasta" => "anais/enalic/2025"
    "edicao_logo" => null
    "edicao_capa" => "6980bad93ce2d_02022026115521.png"
    "data_publicacao" => null
    "edicao_publicada_em" => "2026-02-02 10:50:20"
    "publicacao_id" => 57
    "publicacao_nome" => "Revista ENALIC"
    "publicacao_codigo" => "2526-3234"
    "tipo_codigo_id" => 1
    "tipo_codigo_nome" => "ISSN"
    "tipo_publicacao_id" => 1
    "tipo_publicacao_nome" => "ANAIS de Evento"
  ]
  #changes: []
  #casts: array:14 [
    "id" => "integer"
    "edicao_id" => "integer"
    "trabalho_id" => "integer"
    "inscrito_id" => "integer"
    "titulo" => "string"
    "resumo" => "string"
    "modalidade" => "string"
    "area_tematica" => "string"
    "palavra_chave" => "string"
    "idioma" => "string"
    "arquivo" => "string"
    "created_at" => "datetime"
    "updated_at" => "datetime"
    "ativo" => "boolean"
  ]
  #classCastCache: []
  #attributeCastCache: []
  #dates: []
  #dateFormat: null
  #appends: []
  #dispatchesEvents: []
  #observables: []
  #relations: []
  #touches: []
  +timestamps: false
  #hidden: []
  #visible: []
  +fillable: array:13 [
    0 => "edicao_id"
    1 => "trabalho_id"
    2 => "inscrito_id"
    3 => "titulo"
    4 => "resumo"
    5 => "modalidade"
    6 => "area_tematica"
    7 => "palavra_chave"
    8 => "idioma"
    9 => "arquivo"
    10 => "created_at"
    11 => "updated_at"
    12 => "ativo"
  ]
  #guarded: array:1 [
    0 => "*"
  ]
}
Publicado em 02 de fevereiro de 2026

Resumo

A realidade das escolas do campo exige práticas pedagógicas que dialoguem com a vivência dos estudantes e respeitem os saberes tradicionais das comunidades rurais. Nesse contexto, a proposta de práticas avaliativas não tradicionais é uma alternativa enriquecedora para o ensino de Geografia. Entende-se como avaliação tradicional, aquela que mede o desempenho do aluno a partir de provas e testes, focados apenas na repetição do conhecimento. Esse trabalho surgiu a partir de uma experiência de estágio não obrigatório, desenvolvido em uma escola da zona rural de Glória do Goitá - PE, durante a avaliação final do terceiro trimestre letivo, com uma turma do 8º ano do Ensino Fundamental. Ele tem como objetivo propor a reflexão sobre a importância de avaliações não tradicionais no ensino de Geografia. A fundamentação teórica apoia-se em autores como: Arroyo (1999), e Ziech (2017), para análise sobre a educação do campo; e, para aprofundamento das práticas avaliativas no ensino de Geografia, foram abordados teóricos como, Hoffmann (2005) e Luckesi (2013). Este relato adota uma abordagem qualitativa segundo Minayo (2009), e dividiu-se em duas etapas: revisão bibliográfica e o relato de experiência. Observou-se que as práticas avaliativas contextualizadas no ensino de Geografia fortalecem o vínculo entre escola e comunidade, valorizando os conhecimentos locais e contribuindo para a formação de sujeitos críticos e conscientes do seu papel onde vivem. Ao colocar os estudantes como protagonistas da atividade, assumindo o papel de pesquisadores em seu próprio território, rompeu-se com a lógica tradicional da avaliação escolar centrada na memorização e na reprodução de conteúdo. Conclui-se que a experiência demonstrou o potencial das avaliações não tradicionais em valorizar os saberes do campo e aproximar escola e comunidade. Ao integrar teoria e prática, o ensino de Geografia se enriqueceu, contribuindo para a formação crítica dos alunos e o fortalecimento da identidade rural.

Compartilhe:

Visualização do Artigo


Deixe um comentário

Precisamos validar o formulário.