Artigo Anais do X ENALIC e o IX Seminário Nacional do PIBID

ANAIS de Evento

ISSN: 2526-3234

PLANEJAMENTO E FLEXIBILIDADE: UMA ANÁLISE DAS POSSIBILIDADES DE EXPERIMENTAÇÃO NOS ESPAÇOS DAS INFÂNCIAS.

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Publicado em 02 de fevereiro de 2026

Resumo

O artigo apresenta uma reflexão sobre o planejamento pedagógico aliado à flexibilidade, a partir das experiências vividas no Ateliê da Infância, projeto de extensão vinculado ao Núcleo de Estudo e Pesquisa em Educação da Infância (NEPE) da Universidade Federal do Rio Grande (FURG). O Ateliê configura-se como um espaço que articula saberes teórico-práticos, promovendo vivências significativas com crianças da Educação Infantil e dos anos iniciais do Ensino Fundamental, por meio de propostas construídas pelas educadoras-pesquisadoras. A metodologia adotada envolve o planejamento de espaços circunscritos a experimentação, observando a escuta sensível e a participação ativa das crianças. O referencial teórico sustenta-se na valorização da criança como sujeito histórico de direitos, reconhecendo suas múltiplas linguagens e a importância de ambientes que favoreçam a criação, a liberdade e a ressignificação de propostas. A experiência analisada parte de uma proposta de pintura com tintas, inicialmente pensada para ser realizada em um cartaz, mas que foi ressignificada pelas crianças, transformando-se em um momento de expressão corporal, imaginação e interação, revelando a potência do brincar livre. A intervenção espontânea de uma criança desencadeou novas formas de envolvimento do grupo, indicando a importância da organização dos materiais e da disposição do espaço como elementos pedagógicos vivos. Os resultados apontam que o planejamento para as infâncias deve considerar o imprevisto como parte do processo, possibilitando que o(a) professor(a) acolha as expressões singulares das crianças. Conclui-se que planejar para as infâncias não é estabelecer controle, mas sim abrir caminhos para a escuta e o diálogo. O Ateliê da Infância se consolida como um ambiente de trocas significativas, onde a formação docente é atravessada pelas experiências concretas e pelas invenções que emergem do encontro com as crianças, seus corpos, desejos e saberes.

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