Artigo Anais do X ENALIC e o IX Seminário Nacional do PIBID

ANAIS de Evento

ISSN: 2526-3234

ENTRE O EMPIRISMO E A CONSTRUÇÃO DO CONHECIMENTO: UMA ANÁLISE DAS EPISTEMOLOGIAS SUBJACENTES NA EDUCAÇÃO INFANTIL E ANOS INICIAIS

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Publicado em 02 de fevereiro de 2026

Resumo

A educação brasileira originou-se no período colonial com os jesuítas, estabelecendo um modelo autoritário baseado na catequese, disciplina rígida e na centralização do saber no professor, o estudante assumia um papel passivo no processo de aprendizagem. Este estudo teve como objetivo analisar práticas pedagógicas observadas em turmas da Educação Infantil e dos anos iniciais do Ensino Fundamental, buscando identificar a permanência de elementos do modelo tradicional de ensino e suas implicações para a construção do conhecimento pelas crianças. Trata-se de uma pesquisa qualitativa, realizada em uma escola pública municipal da região administrativa do Distrito Federal, envolvendo observações sistemáticas em turmas do Maternal II e do 2º, 3º e 5º anos do Ensino Fundamental. Participaram da pesquisa crianças de três a onze anos de idade. Foram realizadas seis observações, durante cinco semanas, de março e abril de 2025, cada uma com duração de duas horas. As observações foram conduzidas por estudantes do Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID). A análise fundamentou-se na Epistemologia Genética e estudos de Becker, adotando a perspectiva construtivista como referência teórico-analítica. Os resultados revelaram a predominância do modelo tradicionalista nas turmas observadas, expressa na organização das salas em fileiras, no controle disciplinar centrado no silêncio e na aplicação de atividades mecânicas e descontextualizadas. Mesmo no Maternal II, observou-se a redução do espaço para a interação e exploração lúdica, dando lugar a práticas individuais e diretivas. Conclui-se que a permanência dessas práticas tradicionais não se explica apenas por resistência docente, mas por concepções epistemológicas implícitas, que mantêm o aluno em posição passiva e reforçam o mito da transmissão do conhecimento. O estudo aponta, portanto, para a necessidade de uma reorientação epistemológica na formação inicial e continuada de professores, visando à efetiva implementação de práticas que reconheçam a criança como sujeito ativo no processo de aprendizagem.

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