Artigo Anais do X ENALIC e o IX Seminário Nacional do PIBID

ANAIS de Evento

ISSN: 2526-3234

EDUCAÇÃO ESPECIAL NOS CURRÍCULOS DO RIO GRANDE DO SUL E DE FORTALEZA: UM ENSAIO COMPARATIVO À LUZ DA BNCC.

Palavra-chaves: , , , , Comunicação Oral (CO) ET 03: Políticas educacionais, avaliação e Currículo
"2026-02-02 10:50:20" // app/Providers/../Base/Publico/Artigo/resources/show_includes/info_artigo.blade.php
App\Base\Administrativo\Model\Artigo {#1845 // app/Providers/../Base/Publico/Artigo/resources/show_includes/info_artigo.blade.php
  #connection: "mysql"
  +table: "artigo"
  #primaryKey: "id"
  #keyType: "int"
  +incrementing: true
  #with: []
  #withCount: []
  +preventsLazyLoading: false
  #perPage: 15
  +exists: true
  +wasRecentlyCreated: false
  #escapeWhenCastingToString: false
  #attributes: array:35 [
    "id" => 142307
    "edicao_id" => 442
    "trabalho_id" => 4436
    "inscrito_id" => 10281
    "titulo" => "EDUCAÇÃO ESPECIAL NOS CURRÍCULOS DO RIO GRANDE DO SUL E DE FORTALEZA: UM ENSAIO COMPARATIVO À LUZ DA BNCC."
    "resumo" => "A elaboração dos currículos locais reflete as especificidades culturais e educacionais de cada território, sendo atravessada por concepções de cidadania, identidade e equidade. Nesse sentido, tanto o Referencial Curricular Gaúcho (RCG) quanto o Documento Curricular Referencial de Fortaleza (DCRFor) alinham-se à Base Nacional Comum Curricular (BNCC), mas apresentam diferenças relevantes no modo como compreendem e operacionalizam a educação especial e inclusiva. Nosso estudo teve como objetivo analisar comparativamente a abordagem da educação especial na BNCC, no currículo do Rio Grande do Sul e no currículo de Fortaleza, identificando avanços, lacunas e potencialidades. A pesquisa utilizou a metodologia de análise documental, considerando categorias como: estrutura dos documentos, concepção de educação especial, estratégias pedagógicas, avaliação, práticas de inclusão e valorização do contexto sociocultural. Os dados foram sistematizados em uma tabela comparativa e interpretados à luz das diretrizes da BNCC. Os resultados indicaram que o currículo de Fortaleza se diferencia por dedicar um volume exclusivo à educação especial, apresentando diretrizes pedagógicas detalhadas, estratégias avaliativas adaptadas e ênfase na formação docente para a inclusão. Já o currículo do Rio Grande do Sul aborda o tema de forma mais generalista, sem aprofundar orientações teóricas e práticas que sustentem o trabalho cotidiano do professor. A BNCC, por sua vez, reforça princípios de equidade e inclusão, mas carece de detalhamento metodológico que oriente a efetivação desses princípios na prática pedagógica. Conclui-se que, embora haja avanços formais na garantia do direito à educação inclusiva, ainda persistem lacunas significativas entre discurso normativo e ação pedagógica. O DCRFor se destaca por oferecer subsídios concretos à prática docente, enquanto a BNCC e o RCG permanecem em um nível mais prescritivo e abstrato. Torna-se urgente que os documentos curriculares avancem de uma perspectiva declarativa para a implementação de estratégias efetivas, assegurando, de fato, o direito à aprendizagem de todos\u{A0}os\u{A0}estudantes."
    "modalidade" => "Comunicação Oral (CO)"
    "area_tematica" => "ET 03: Políticas educacionais, avaliação e Currículo"
    "palavra_chave" => ", , , , "
    "idioma" => "Português"
    "arquivo" => "TRABALHO_COMPLETO_EV224_ID10281_TB4436_20112025223746.pdf"
    "created_at" => "2026-02-04 10:44:07"
    "updated_at" => null
    "ativo" => 1
    "autor_nome" => "JANE EVILYNN TORRES GOMES DE MELO"
    "autor_nome_curto" => "Jane Melo"
    "autor_email" => "janeevilynn@gmail.com"
    "autor_ies" => "OUTRA / MINHA INSTITUIÇÃO NÃO ESTÁ NA LISTA"
    "autor_imagem" => ""
    "edicao_url" => "anais-do-x-enalic-e-o-ix-seminario-nacional-do-pibid"
    "edicao_nome" => "Anais do X ENALIC e o IX Seminário Nacional do PIBID"
    "edicao_evento" => "X Encontro Nacional das Licenciaturas e IX Seminário Nacional do PIBID"
    "edicao_ano" => 2026
    "edicao_pasta" => "anais/enalic/2025"
    "edicao_logo" => null
    "edicao_capa" => "6980bad93ce2d_02022026115521.png"
    "data_publicacao" => null
    "edicao_publicada_em" => "2026-02-02 10:50:20"
    "publicacao_id" => 57
    "publicacao_nome" => "Revista ENALIC"
    "publicacao_codigo" => "2526-3234"
    "tipo_codigo_id" => 1
    "tipo_codigo_nome" => "ISSN"
    "tipo_publicacao_id" => 1
    "tipo_publicacao_nome" => "ANAIS de Evento"
  ]
  #original: array:35 [
    "id" => 142307
    "edicao_id" => 442
    "trabalho_id" => 4436
    "inscrito_id" => 10281
    "titulo" => "EDUCAÇÃO ESPECIAL NOS CURRÍCULOS DO RIO GRANDE DO SUL E DE FORTALEZA: UM ENSAIO COMPARATIVO À LUZ DA BNCC."
    "resumo" => "A elaboração dos currículos locais reflete as especificidades culturais e educacionais de cada território, sendo atravessada por concepções de cidadania, identidade e equidade. Nesse sentido, tanto o Referencial Curricular Gaúcho (RCG) quanto o Documento Curricular Referencial de Fortaleza (DCRFor) alinham-se à Base Nacional Comum Curricular (BNCC), mas apresentam diferenças relevantes no modo como compreendem e operacionalizam a educação especial e inclusiva. Nosso estudo teve como objetivo analisar comparativamente a abordagem da educação especial na BNCC, no currículo do Rio Grande do Sul e no currículo de Fortaleza, identificando avanços, lacunas e potencialidades. A pesquisa utilizou a metodologia de análise documental, considerando categorias como: estrutura dos documentos, concepção de educação especial, estratégias pedagógicas, avaliação, práticas de inclusão e valorização do contexto sociocultural. Os dados foram sistematizados em uma tabela comparativa e interpretados à luz das diretrizes da BNCC. Os resultados indicaram que o currículo de Fortaleza se diferencia por dedicar um volume exclusivo à educação especial, apresentando diretrizes pedagógicas detalhadas, estratégias avaliativas adaptadas e ênfase na formação docente para a inclusão. Já o currículo do Rio Grande do Sul aborda o tema de forma mais generalista, sem aprofundar orientações teóricas e práticas que sustentem o trabalho cotidiano do professor. A BNCC, por sua vez, reforça princípios de equidade e inclusão, mas carece de detalhamento metodológico que oriente a efetivação desses princípios na prática pedagógica. Conclui-se que, embora haja avanços formais na garantia do direito à educação inclusiva, ainda persistem lacunas significativas entre discurso normativo e ação pedagógica. O DCRFor se destaca por oferecer subsídios concretos à prática docente, enquanto a BNCC e o RCG permanecem em um nível mais prescritivo e abstrato. Torna-se urgente que os documentos curriculares avancem de uma perspectiva declarativa para a implementação de estratégias efetivas, assegurando, de fato, o direito à aprendizagem de todos\u{A0}os\u{A0}estudantes."
    "modalidade" => "Comunicação Oral (CO)"
    "area_tematica" => "ET 03: Políticas educacionais, avaliação e Currículo"
    "palavra_chave" => ", , , , "
    "idioma" => "Português"
    "arquivo" => "TRABALHO_COMPLETO_EV224_ID10281_TB4436_20112025223746.pdf"
    "created_at" => "2026-02-04 10:44:07"
    "updated_at" => null
    "ativo" => 1
    "autor_nome" => "JANE EVILYNN TORRES GOMES DE MELO"
    "autor_nome_curto" => "Jane Melo"
    "autor_email" => "janeevilynn@gmail.com"
    "autor_ies" => "OUTRA / MINHA INSTITUIÇÃO NÃO ESTÁ NA LISTA"
    "autor_imagem" => ""
    "edicao_url" => "anais-do-x-enalic-e-o-ix-seminario-nacional-do-pibid"
    "edicao_nome" => "Anais do X ENALIC e o IX Seminário Nacional do PIBID"
    "edicao_evento" => "X Encontro Nacional das Licenciaturas e IX Seminário Nacional do PIBID"
    "edicao_ano" => 2026
    "edicao_pasta" => "anais/enalic/2025"
    "edicao_logo" => null
    "edicao_capa" => "6980bad93ce2d_02022026115521.png"
    "data_publicacao" => null
    "edicao_publicada_em" => "2026-02-02 10:50:20"
    "publicacao_id" => 57
    "publicacao_nome" => "Revista ENALIC"
    "publicacao_codigo" => "2526-3234"
    "tipo_codigo_id" => 1
    "tipo_codigo_nome" => "ISSN"
    "tipo_publicacao_id" => 1
    "tipo_publicacao_nome" => "ANAIS de Evento"
  ]
  #changes: []
  #casts: array:14 [
    "id" => "integer"
    "edicao_id" => "integer"
    "trabalho_id" => "integer"
    "inscrito_id" => "integer"
    "titulo" => "string"
    "resumo" => "string"
    "modalidade" => "string"
    "area_tematica" => "string"
    "palavra_chave" => "string"
    "idioma" => "string"
    "arquivo" => "string"
    "created_at" => "datetime"
    "updated_at" => "datetime"
    "ativo" => "boolean"
  ]
  #classCastCache: []
  #attributeCastCache: []
  #dates: []
  #dateFormat: null
  #appends: []
  #dispatchesEvents: []
  #observables: []
  #relations: []
  #touches: []
  +timestamps: false
  #hidden: []
  #visible: []
  +fillable: array:13 [
    0 => "edicao_id"
    1 => "trabalho_id"
    2 => "inscrito_id"
    3 => "titulo"
    4 => "resumo"
    5 => "modalidade"
    6 => "area_tematica"
    7 => "palavra_chave"
    8 => "idioma"
    9 => "arquivo"
    10 => "created_at"
    11 => "updated_at"
    12 => "ativo"
  ]
  #guarded: array:1 [
    0 => "*"
  ]
}
Publicado em 02 de fevereiro de 2026

Resumo

A elaboração dos currículos locais reflete as especificidades culturais e educacionais de cada território, sendo atravessada por concepções de cidadania, identidade e equidade. Nesse sentido, tanto o Referencial Curricular Gaúcho (RCG) quanto o Documento Curricular Referencial de Fortaleza (DCRFor) alinham-se à Base Nacional Comum Curricular (BNCC), mas apresentam diferenças relevantes no modo como compreendem e operacionalizam a educação especial e inclusiva. Nosso estudo teve como objetivo analisar comparativamente a abordagem da educação especial na BNCC, no currículo do Rio Grande do Sul e no currículo de Fortaleza, identificando avanços, lacunas e potencialidades. A pesquisa utilizou a metodologia de análise documental, considerando categorias como: estrutura dos documentos, concepção de educação especial, estratégias pedagógicas, avaliação, práticas de inclusão e valorização do contexto sociocultural. Os dados foram sistematizados em uma tabela comparativa e interpretados à luz das diretrizes da BNCC. Os resultados indicaram que o currículo de Fortaleza se diferencia por dedicar um volume exclusivo à educação especial, apresentando diretrizes pedagógicas detalhadas, estratégias avaliativas adaptadas e ênfase na formação docente para a inclusão. Já o currículo do Rio Grande do Sul aborda o tema de forma mais generalista, sem aprofundar orientações teóricas e práticas que sustentem o trabalho cotidiano do professor. A BNCC, por sua vez, reforça princípios de equidade e inclusão, mas carece de detalhamento metodológico que oriente a efetivação desses princípios na prática pedagógica. Conclui-se que, embora haja avanços formais na garantia do direito à educação inclusiva, ainda persistem lacunas significativas entre discurso normativo e ação pedagógica. O DCRFor se destaca por oferecer subsídios concretos à prática docente, enquanto a BNCC e o RCG permanecem em um nível mais prescritivo e abstrato. Torna-se urgente que os documentos curriculares avancem de uma perspectiva declarativa para a implementação de estratégias efetivas, assegurando, de fato, o direito à aprendizagem de todos os estudantes.

Compartilhe:

Visualização do Artigo


Deixe um comentário

Precisamos validar o formulário.