Artigo Anais do X ENALIC e o IX Seminário Nacional do PIBID

ANAIS de Evento

ISSN: 2526-3234

“TIKTOKIZAÇÃO” DAS CULTURAS INFANTIS: BRINCADEIRAS TRADICIONAIS COMO ALTERNATIVA PARA O RESGATE DE INTERAÇÕES SAUDÁVEIS NA INFÂNCIA

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Publicado em 02 de fevereiro de 2026

Resumo

Este relato de experiência, advindo de um estágio em Educação Infantil do curso de pedagogia da Universidade Federal do Ceará (UFC), analisa um conjunto de intervenções pedagógicas em um agrupamento de infantil 5 em um Centro de Educação Infantil (CEI) da rede pública de Fortaleza. Durante o período de observação ativa identificou-se nas interações entre as crianças a reprodução mecânica de bordões de memes brainrot, termo dado aos conteúdos digitais popularizados em plataformas de vídeos curtos que comprometem o desenvolvimento integral ao prejudicar a atenção, gerar dependência de estímulos e desestabilizar relações sociais. Como alternativa no espaço educacional, implementou-se uma sequência de atividades que articularam brincadeiras tradicionais (cordas, amarelinha, cantigas), alinhadas às diretrizes nacionais para a Educação Infantil, combinando observação participante, introdução progressiva de repertórios lúdicos ancestrais e criação de espaços para brincar livre. Os resultados evidenciaram a restauração de interações sociais sustentadas, a emergência de criatividade espontânea e o resgate de partilhas e trocas significativas entre as crianças. Tais achados reforçam a relevância do brincar tradicional como estratégia pedagógica crítica frente à crise ocasionada por fatores como a disseminação massiva de conteúdos curtos, que interferem negativamente no processo de aprendizagem no cenário educacional contemporâneo, oferecendo caminhos viáveis para educadores em contextos de desigualdade social. Em síntese, as brincadeiras tradicionais configuram-se como ferramentas políticas de resistência cultural contra a massificação digital. O estágio permitiu articular teoria e prática, revelando a Educação Infantil como espaço de socialização de saberes ancestrais, desenvolvimento histórico, social e cultural, além da construção de vínculos comunitários, reafirmando o brincar como ato transformador essencial para a ressignificação identitária e cognitiva.

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