Artigo Anais do X ENALIC e o IX Seminário Nacional do PIBID

ANAIS de Evento

ISSN: 2526-3234

A LUTA PELO RECONHECIMENTO QUILOMBOLA: EXPERIÊNCIA FORMATIVA NO QUILOMBO DO CUMBE PELO PIBID DE HISTÓRIA

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Publicado em 02 de fevereiro de 2026

Resumo

Este relato de experiência parte da aula de campo ao Quilombo do Cumbe, localizado em Aracati-CE, realizada no âmbito das atividades formativas do Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID). A proposta busca refletir sobre os processos de resistência da comunidade quilombola na contemporaneidade, abordando suas estratégias de defesa do território, da identidade e das formas de organização política e cultural. A força Quilombola na atualidade evidencia a conexão entre identidade e territorialidade. Os rituais, como a Festa do Mangue, representam estratégias de resistência frente à violação de direitos. Essa atuação fortalece práticas políticas e culturais que enfrentam apagamentos históricos e violências institucionais. Assim, o território é vivido como espaço cultural e político, em que a experiência compartilhada sustenta a permanência da comunidade. A metodologia adotada neste trabalho baseou-se na realização de uma aula de campo no Quilombo Cumbe, conduzida por Luciana dos Santos de Sousa, conhecida como Luciana do Cumbe, representante da Associação Quilombola local. Durante a visita, a comunidade foi apresentada por meio de uma imersão territorial e cultural, incluindo o reconhecimento das extremidades do território, do rio e dos espaços significativos para a história e a identidade do quilombo. A atividade possibilitou a escuta das narrativas de resistência, das práticas culturais e das lutas enfrentadas pela comunidade ao longo do tempo. A aula de campo possibilitou uma compreensão mais profunda sobre os processos de luta e resistência quilombola, especialmente no território do Cumbe. Dentre os principais aprendizados, destaca-se a importância de valorizar, preservar e difundir o conhecimento tradicional e as vivências compartilhadas. O contato direto com a comunidade fortaleceu o compromisso de levar adiante essas memórias, atuando de forma crítica na sociedade e em sala de aula, no enfrentamento às políticas autoritárias e no reconhecimento da resistência quilombola como elemento fundamental da história brasileira.

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