Artigo Anais do X ENALIC e o IX Seminário Nacional do PIBID

ANAIS de Evento

ISSN: 2526-3234

DA SALA DE AULA AO CHATGPT: PERCEPÇÕES DE LICENCIANDOS SOBRE IA NO ENSINO DE QUÍMICA

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Publicado em 02 de fevereiro de 2026

Resumo

O avanço das tecnologias digitais tem promovido transformações na sociedade, desafiando a Educação a adaptar-se continuamente. No Ensino de Química, a incorporação de recursos de inteligência artificial (IA) apresenta potencial para personalizar a aprendizagem, otimizar a prática docente e ampliar as possibilidades de interação pedagógica. Contudo, sua adoção ainda enfrenta barreiras, como resistências, receios e limitações relacionadas à formação docente, infraestrutura e compreensão crítica de seu uso. Este estudo teve como objetivo discutir as percepções de licenciandos em Química da Universidade Tecnológica Federal do Paraná – Campus Medianeira acerca da utilização da IA no ensino, com ênfase em suas contribuições para a prática pedagógica. A investigação, de caráter qualitativo e aplicado, foi conduzida por meio de questionário estruturado com questões objetivas e discursivas, organizadas em dois blocos: perfil dos participantes e concepções sobre IA. Os resultados indicam que a maioria dos respondentes tem entre 17 e 25 anos, é do gênero feminino e está igualmente distribuída entre a primeira e a segunda metade do curso. Predomina a autopercepção de conhecimento básico ou intermediário sobre IA. A análise das respostas discursivas revelou que a definição mais recorrente descreve a IA como ferramenta ou programa baseado em algoritmos, frequentemente associada a um recurso prático para execução de tarefas específicas. No estudo de Química, destacaram-se como principais usos o apoio didático, a elaboração de explicações e o suporte ao planejamento e organização. As ferramentas mais citadas foram ChatGPT, Gemini e Copilot. A pesquisa, ainda em andamento, indica que, embora o conhecimento declarado sobre IA seja limitado, os licenciandos reconhecem seu potencial como instrumento pedagógico. Os resultados obtidos até o momento evidenciam a importância de promover formação continuada e crítica, assegurando um uso ético, consciente e alinhado aos objetivos educacionais

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