Artigo Anais do X ENALIC e o IX Seminário Nacional do PIBID

ANAIS de Evento

ISSN: 2526-3234

AUTOAVALIAÇÃO COMO FORMA DE DIAGNÓSTICO COMPORTAMENTAL E ATITUDINAL EM ALUNOS DOS ANOS FINAIS

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Publicado em 02 de fevereiro de 2026

Resumo

A autoavaliação é um instrumento para o aluno refletir sobre sua trajetória educacional e suas percepções ao longo do processo de aprendizagem na escola, além de ser uma forma de diálogo com professores. O objetivo deste trabalho foi diagnosticar, por meio da autoavaliação, o comportamento e a pró atividade para estudo de alunos dos anos finais. O questionário foi aplicado em turmas do 6° ao 9° ano do ensino fundamental em uma escola pública de Pinheiro – MA, junto à avaliação do primeiro bimestre. O questionário possuía 10 questões interrogativas com três possibilidades de respostas: “Sempre”, “De vez em quando” e “Quase nunca”. E uma questão de âmbito geral: “Eu acredito que: 1-sou bom aluno; 2-preciso me esforçar mais; 3-preciso me comportar mais”. Em relação às perguntas comportamentais como “Me comporto bem em sala de aula?”, “Me comporto bem no recreio?” e “Sou educado(a) com todos?”, a maioria das respostas foram assinaladas como “Sempre”, demonstrando que o corpo discente, no geral, respeita e mantêm um convívio saudável com as pessoas da escola. Esse resultado pode ser fortalecido pelas poucas respostas “preciso me comportar mais” na última pergunta do questionário. Sobre as questões atitudinais, houve uma presença maior das respostas “De vez em quando” e “Quase nunca”, principalmente nas questões “Estudo em casa?”, “Pergunto quando não entendo?” e “Sou participativo?”. Essas respostas podem estar vinculadas ao baixo desempenho nas provas. Porém, muitos alunos que deram tais respostas, também responderam “sou bom aluno”, evidenciando que eles levam em consideração não apenas suas atitudes pró-ativas em relação ao seu aprendizado, mas também seu comportamento no ambiente escolar. A autoavaliação serviu como ferramenta para os professores indicarem, como mediadores, os caminhos que os alunos devem seguir para gerenciarem e aperfeiçoarem seu desenvolvimento educacional, em busca de uma maior autonomia no processo formativo.

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